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Suspeito de liderar facção criminosa é preso em Rio Branco durante operação integrada

Por Redação ContilNet

Rapaz, identificado pelas iniciais N.L. da C., de 29 anos, foi capturado em uma ação conjunta da PCAC, Ministério Público do Acre (MPAC) e Polícia Rodoviária Federal. Foto: Polícia CIvil do Acre (PCAC).

Um homem, que seria uma liderança de uma organização criminosa no Estado, foi preso na tarde deste domingo (22), na capital acreana, após uma investigação conduzida pela Polícia Civil do Acre (PCAC), por meio da Delegacia de Repressão às Ações Criminosas Organizadas (Draco).

O rapaz, identificado pelas iniciais N.L. da C., de 29 anos, foi capturado em uma ação conjunta da PCAC, Ministério Público do Acre (MPAC) e Polícia Rodoviária Federal. A ação, além disso, faz parte da continuidade da Operação Desmonte III, que foi deflagrada no último dia 1 de dezembro de 2025.

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Ainda segundo as informações divuldas pela PCAC, o investigado era considerado alvo estratégico justamente por conta do elevado nível de influência na tomada de decisões deo grupo criminoso. Contra ele, havia um mandado de prisão em aberto, expedido pela Vara Estadual de Jurisdição de Garantias, pelo crime de integrar organização criminosa. A captura foi concretizada após rigoroso período de monitoramento, que possibilitou às equipes identificar com precisão o paradeiro do suspeito e confirmar seu papel central na coordenação logística e na expansão das atividades ilícitas da facção.

O delegado Gustavo Neves, titular da Draco, destacou a relevância do trabalho integrado para o êxito da ação. “É fundamental ressaltar que o sucesso desta operação só foi possível graças ao trabalho interinstitucional realizado entre a Polícia Civil do Acre, o Gaeco e a Polícia Rodoviária Federal, que conseguiu prender importante liderança da facção Bonde dos 13, como resultado de uma investigação conduzida pela DRACO da PCAC. Com essa captura, a Polícia Civil reafirma seu compromisso de sufocar o crime organizado, atacando não apenas a base, mas principalmente a cúpula que coordena a violência em nosso estado”, afirmou.

O coordenador do Gaeco/MPAC, promotor de Justiça Antônio Alceste Callil de Castro, também enfatizou os impactos da prisão para o enfrentamento ao crime organizado. “Ao retirar de circulação um indivíduo com alto poder de decisão, as instituições conseguem interromper a transmissão de ordens e enfraquecer a estrutura hierárquica do grupo. Além disso, essa ação isola comunicações estratégicas e reafirma a presença do Estado, refletindo imediatamente na redução de crimes conexos e na desestabilização de planos de expansão da facção no território”, pontuou o promotor.

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