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Adolescente de 13 anos cria perfis falsos para ameaçar mulher e simular ataques contra si mesma

Por Redação

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PF prende policiais civis do Rio que extorquiam integrantes do CV

Uma investigação da Polícia Civil de Minas Gerais (PCMG) revelou uma trama surpreendente envolvendo uma adolescente de apenas 13 anos. A menina criou perfis falsos e ameaçou uma mulher de estupro, além de enviar mensagens intimidadoras para os filhos da vítima.

O caso, que chocou as cidades de Cordisburgo e Paraopeba, teve uma reviravolta quando a polícia descobriu que a jovem também simulava ser uma das vítimas para despistar as autoridades.

As investigações começaram após a vítima relatar que perfis anônimos nas redes sociais estavam descrevendo a rotina de sua família e enviando ameaças explícitas de agressão e violência sexual.

O clima de pavor se espalhou quando a mãe da própria adolescente procurou a delegacia afirmando que a filha também estava sendo alvo de ataques semelhantes.

A farsa do “autoataque”

Durante as diligências, os investigadores da PCMG cruzaram dados digitais e identificaram que todos os perfis utilizados para as ameaças foram criados a partir de dispositivos ligados à adolescente.

Segundo a polícia, a jovem enviava mensagens para si mesma com o objetivo de se colocar no papel de vítima e afastar qualquer suspeita sobre a autoria dos crimes.

As duas famílias envolvidas são próximas, o que aumentou o impacto da revelação entre os moradores da região central de Minas Gerais.

Investigação digital da Polícia Civil de MG desvendou o uso de perfis falsos pela adolescente | Foto: Divulgação/PCMG

Providências Judiciais

A Polícia Civil informou que a motivação por trás do comportamento da jovem ainda está sendo analisada, mas o procedimento já foi finalizado e encaminhado à Justiça. Por se tratar de uma menor de idade, o caso será acompanhado pela Vara da Infância e da Juventude, que deve determinar as medidas socioeducativas cabíveis.

O episódio serve como um alerta para pais e responsáveis sobre o monitoramento do uso de redes sociais por crianças e adolescentes, evidenciando como ferramentas digitais podem ser utilizadas para a prática de atos infracionais graves com impacto real na vida das vítimas.

Fonte: Metrópoles

Redigido por ContilNet

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