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O presidente da subsidiária brasileira da Aena, Santiago Yus, disse que, com a vitória no leilão do Aeroporto Internacional do Galeão, no Rio de Janeiro, a empresa passa a ter condições de atuar de forma coordenada com o Aeroporto de Congonhas, em São Paulo, o que permite oferecer “condições especiais aos clientes”.
— Todas as nossas operações no mundo são coordenadas, seja dentro ou fora do Brasil também. Essa coordenação nos permite também trazer condições especiais para todos os nossos clientes.
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A atual administradora do aeroporto é a RIOgaleão, formada pela Changi Airport, de Cingapura, e pela francesa Vinci, que possui 51% de participação
Ele continuou, durante coletiva de imprensa:
— Isso faz com que consigamos trazer muitas sinergias […] Não são apenas sinergias do ponto de vista da atividade e do tráfego, mas também sinergias para trazer melhores operações comerciais, melhor experiência para o passageiro e também sinergias do ponto de vista das despesas.
A Aena venceu, nesta segunda-feira, o leilão de repactuação da concessão do Aeroporto do Galeão, o terceiro mais movimentado do país, atrás de Guarulhos e Congonhas. Os espanhóis superaram a atual administradora, RIOgaleão (que participou com o nome Rio de Janeiro Aeroporto), e a suíça Zurich.
O consórcio Rio de Janeiro Aeroporto foi formado pela gestora brasileira Vinci Compass e pela operadora de Cingapura Changi. Os envelopes com as propostas foram abertos a partir das 15h, na B3, em São Paulo, mas a disputa acabou chegando aos lances em viva-voz, com as três concorrentes na disputa.
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O lance mínimo era de R$ 932 milhões. A Aena e a Zurich apresentaram propostas iniciais de R$ 1,5 bilhão (60,80% acima do valor mínimo), enquanto a Rio Galeão ofertou R$ 934 milhões (0,13% acima). Após 26 lances, os espanhóis fizeram a oferta final de R$ 2,9 bilhões (210,88% maior que o patamar inicial) e ficaram com a concessão.
Fonte: InfoMoney

