A contagem regressiva para o Mundial de 2026 entrou em sua fase crítica. Nesta segunda-feira (16/3), o técnico Ancelotti divulgou a lista de convocados para os amistosos contra França e Croácia, marcando a última oportunidade de ajustes antes da convocação final. Um levantamento das cinco listas feitas pelo treinador de 66 anos revela uma curiosidade: em meio a testes e lesões, apenas quatro jogadores gozam de 100% de presença nas chamadas do “Mister”.
Segundo o portal Metrópoles, nomes que eram considerados certezas absolutas, como Alisson e Estêvão, acabaram ficando de fora de listas anteriores devido a problemas médicos. Isso torna o feito do quarteto de “intocáveis” ainda mais relevante para entender a base de confiança do treinador para a Copa.
Quem são os quatro jogadores “onipresentes”?
Mesmo com uma rotatividade que já alcançou 56 atletas testados, o grupo fiel de Ancelotti é formado por peças-chave em diferentes setores do campo.
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Bento (Goleiro): Consolidado como uma das principais opções abaixo das traves, o arqueiro do Al-Nassr esteve em todas as chamadas.
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Casemiro (Volante): O veterano do Manchester United segue como o pilar de experiência e liderança no meio-campo do italiano.
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Wesley (Lateral-direito): O jovem defensor, com passagens por Flamengo e Roma, é uma das apostas constantes para a lateral.
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Matheus Cunha (Atacante): Apesar de um corte por lesão após ser chamado, o atacante do Manchester United é presença frequente nas listas ofensivas.
Resumo do Ciclo de Convocações: Era Ancelotti
Confira os números que moldaram a Seleção Brasileira até agora:
| Categoria | Dados do Ciclo |
| Total de Jogadores Chamados | 56 atletas |
| Jogadores com 100% de presença | 4 (Bento, Casemiro, Wesley, Matheus Cunha) |
| Novidades na última lista | 8 jogadores (incluindo Endrick e Léo Pereira) |
| Idade do Treinador | 66 anos |
| Próximos Desafios | França (26/03) e Croácia (31/03) |
A nova lista revelada nesta segunda-feira trouxe oito estreantes sob o comando do italiano, como Bremer, Ibañez e o jovem Rayan, do Bournemouth. A estratégia de Ancelotti parece clara: manter uma espinha dorsal de confiança enquanto oxigena o elenco com talentos emergentes do futebol europeu e brasileiro. Com a estreia na Copa marcada para 13 de junho contra o Marrocos, o tempo para experimentos terminou, e os nomes que carimbarão o passaporte para o Mundial começam a ficar evidentes.

