“Brasil nĂŁo será colĂ´nia”, diz Lindbergh ao rebater fala de Flávio Bolsonaro

Arebater oferta de minerais aos americanos, Lindbergh cravou que Lula vencerá a disputa presidencial em 2026

Por Redação ContilNet 29/03/2026 às 18:40 Atualizado: há 3 semanas

A guerra de narrativas entre o governo e a oposição ganhou um novo e explosivo capĂ­tulo em vĂ­deo publicado neste domingo (29). O deputado federal Lindbergh Farias (PT) reagiu com veemĂŞncia ao discurso do senador Flávio Bolsonaro, feito nos Estados Unidos, acusando o clĂŁ bolsonarista de tentar “vender” o paĂ­s. Segundo o parlamentar petista, as falas de Flávio sobre a entrega de minerais crĂ­ticos e a busca por pressĂŁo internacional sobre o Brasil sĂŁo tentativas de transformar a nação em uma submissĂŁo estrangeira.

“A família Bolsonaro quer transformar o Brasil em uma colônia norte-americana”, disparou Lindbergh na gravação que circula nas redes sociais. O deputado se referia à oferta feita por Flávio de que o Brasil substitua a China no fornecimento de terras raras para os EUA. Para Lindbergh, essa postura fere a soberania nacional e ignora os interesses do povo brasileiro em favor de interesses externos.

"Brasil não será colônia", diz Lindbergh ao rebater fala de Flávio

A declaração de Lindbergh reforça o clima de campanha antecipada entre os principais grupos políticos do país para as próximas eleições/ Foto: Reprodução

Foco em 2026

O parlamentar aproveitou a polêmica para projetar o cenário eleitoral de 2026, transformando o debate sobre minerais em um termômetro para a próxima corrida presidencial. Lindbergh foi categórico ao afirmar que os planos da oposição de alinhar o Brasil incondicionalmente a Washington não se concretizarão. “Isso não vai acontecer porque o Lula será reeleito”, cravou o deputado, em referência ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

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A fala de Lindbergh ocorre no momento em que a ministra Gleisi Hoffmann e o ministro Guilherme Boulos também se manifestaram contra a postura de Flávio e Eduardo Bolsonaro em solo americano. O embate deixa claro que a exploração de minerais estratégicos e a política externa serão eixos centrais de confronto entre a direita e a esquerda nos próximos anos, com o Acre e a Amazônia  ricos em recursos naturais  no centro deste tabuleiro geopolítico.

Veja o vídeo: 

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