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Brutalidade no DF: Irmãos são detidos após tortura e morte de homem em chácara

Por Redação

Reprodução

A Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF) detalhou, nesta segunda-feira (16/03), a prisão dos irmãos Jonathan Cardoso de Macedo Lima, de 37 anos, e Genevaldo Cardoso de Macedo, de 48 anos.

Eles são os principais suspeitos do homicídio brutal de Jares da Silva Nascimento, de 51 anos, morador da Estrutural que estava desaparecido desde o dia 22 de janeiro, quando saiu para realizar um serviço e nunca mais retornou.

A investigação da 8ª Delegacia de Polícia (Estrutural) revela um cenário de extrema crueldade. Segundo os agentes, a vítima foi atraída para uma chácara, onde foi submetida a uma sessão de tortura e espancamento. O objetivo dos irmãos seria forçar Jares a revelar o paradeiro de bens que supostamente haviam desaparecido.

Execução e ocultação de cadáver

Após as agressões, Jares foi colocado em um veículo e levado para uma área rural isolada, onde foi executado. Para tentar apagar os rastros do crime, os irmãos jogaram o corpo em um rio de forte correnteza. Em depoimento após a prisão, ambos confessaram o crime e deram detalhes da dinâmica, mas a localização exata do cadáver permanece um mistério devido às condições do leito do rio.

Prisões em dois estados

A captura dos suspeitos exigiu uma operação coordenada. Genevaldo foi localizado e preso no município de Barra do Corda (MA), com o apoio da polícia maranhense, após fugir do Distrito Federal. Já Jonathan foi detido em uma área rural de Sobradinho dos Melos (DF). Durante a busca na residência de Jonathan, os policiais apreenderam uma espingarda calibre 20 e munições escondidas.

Buscas continuam

Apesar da confissão, o corpo de Jares ainda não foi encontrado. O Corpo de Bombeiros Militar do Distrito Federal (CBMDF) segue auxiliando a PCDF nas buscas subaquáticas e nas margens da região indicada. A falta do cadáver impede, por enquanto, a realização da perícia necessária para confirmar se a arma apreendida foi a mesma utilizada na execução.

A 8ª DP continua trabalhando no caso para identificar se houve a participação de outras pessoas na facilitação da fuga ou na ocultação das provas.

Fonte: Metrópoles

Redigido por ContilNet

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