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Caso de jovem que morreu após tomar injeção em farmácia está na mira do MP

Por Redação ContilNet

MPAC invesriga morte do jovem que tomou injeção em farmácia/Foto: Reprodução

Um dos principais pontos do programa é a criação da figura do “promotor corregedor referencial”. — Foto: Reprodução

O caso do jovem que morreu em Tarauacá, no interior do Acre, após supostamente ter tomado uma injeção em uma farmácia da cidade, passou a ser investigado pelo Ministério Público do Acre (MPAC).

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O órgão instaurou, nesta sexta-feira (27), um procedimento para apurar as causas da morte.

Segundo relato apresentado ao MPAC, o jovem procurou o estabelecimento no dia 18 de março após sentir tonturas e recebeu a aplicação de uma medicação injetável. Nos dias seguintes, apresentou agravamento do quadro, buscou atendimento de saúde e evoluiu com complicações graves, indo a óbito no dia 22 do mesmo mês.

“Na área criminal, o MPAC expediu ofício à Delegacia de Polícia para que, no prazo de 10 dias, informe se já foi instaurado inquérito policial. Em caso negativo, foi requisitada a instauração do procedimento, que deve investigar as circunstâncias da morte e eventual responsabilização penal dos envolvidos”, destacou o MPAC em nota publicada em sua página oficial.

“Paralelamente, na esfera cível, o MPAC instaurou procedimento para verificar a regularidade do funcionamento do estabelecimento. Entre as medidas adotadas, foi solicitado à farmácia o envio de informações detalhadas, incluindo a identificação completa da pessoa responsável pela aplicação da medicação e seu vínculo contratual com o estabelecimento. Também foi requisitado o nome do farmacêutico responsável técnico pela farmácia, os dias e horários de seu expediente e esclarecimentos acerca da aplicação de medicamentos injetáveis no local, com a indicação dos protocolos adotados e dos profissionais responsáveis”, acrescentou.

O MPAC apura se foram observadas as normas sanitárias e técnicas aplicáveis à prestação desse tipo de serviço, bem como busca identificar eventuais irregularidades que possam ter contribuído para o ocorrido.

“O órgão segue acompanhando o caso e adotará as medidas cabíveis a partir dos elementos colhidos durante as investigações”, concluiu.

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