| Posição | Título | Nota Metacritic | Plataforma Original |
| 10º | God of War: Sons of Sparta | 65 | PS5 |
| 9º | God of War: Ascension | 80 | PS3 |
| 8º | God of War: Ghost of Sparta | 86 | PSP |
| 7º | God of War: Ragnarok – Valhalla (DLC) | 88 | PS5 / PC |
| 6º | God of War: Chains of Olympus | 91 | PSP |
| 5º | God of War 3 | 92 | PS3 |
| 4º | God of War 2 | 93 | PS2 |
| 3º | God of War: Ragnarok | 94 | PS5 / PS4 / PC |
| 2º | God of War (2018) | 94 | PS4 / PC |
| 1º | God of War (2005) | 94 | PS2 |
3. 🛡️ DESTAQUES DA FRANQUIA
O Topo do Pódio: O Início e a Redenção
Curiosamente, três jogos dividem a nota máxima de 94. O God of War original (2005) ainda é o rei para muitos críticos por ter definido o gênero hack and slash. Já o reboot de 2018 e sua sequência Ragnarok são aclamados pela maturidade narrativa e pela relação entre Kratos e Atreus.
As Pérolas Portáteis
Mesmo nos consoles de mão (PSP), a franquia não perdeu fôlego. Chains of Olympus (91) e Ghost of Sparta (86) provaram que a fúria espartana cabia no bolso, trazendo histórias fundamentais para entender o passado de Kratos antes da queda do Olimpo.
A Experiência Roguelite: Valhalla
Lançada como um epílogo gratuito para Ragnarok, a expansão Valhalla (88) inovou ao trazer elementos de roguelite. Ela é essencial em 2026 para quem deseja ver Kratos confrontando suas memórias mais sombrias da Grécia com gráficos de última geração.
O Diferentão: Sons of Sparta
Ocupando a lanterna do ranking, Sons of Sparta (65) foge da fórmula tradicional. Com estilo retrô em 2D e pixel art, o jogo foca no treinamento de Kratos e seu irmão Deimos. É uma curiosidade histórica para os completistas da saga.

