O jogo do BBB 26 ganhou contornos de estratégia corporativa. Informações de bastidores revelam que a trajetória ascendente de Alberto Cowboy e Jonas no reality não é apenas fruto de desempenho.
Ambos já entraram na casa com contratos assinados com a ViU, a agência de influenciadores da Globo. Isso explicaria por que a edição tem suavizado polêmicas da dupla e por que as provas parecem “sob medida” para seus perfis de resistência.
O contraste fica evidente quando olhamos para Ana Paula Renault. Favorita absoluta ao prêmio, a jornalista é a única entre os veteranos que recusou o agenciamento da emissora.
Sem o “selo ViU”, Ana Paula tornou-se um risco comercial: se vencer, a Globo não lucrará com suas futuras publicidades, o que explicaria o tom mais rígido de Tadeu Schmidt com ela no ao vivo.
Com informações do Portal Leo Dias.
Ativos vs. Participantes
Para a emissora, Cowboy e Jonas são vistos como “ativos financeiros”. Preservar a imagem deles na edição garante que, ao saírem, eles sejam produtos altamente rentáveis para o mercado publicitário parceiro da Vênus Platinada.
Enquanto as falhas de outros jogadores são expostas em horário nobre, os deslizes da dupla agenciada costumam ser “limpos” no corte final do programa.
O “Não” de Ana Paula
O incômodo da cúpula do reality com Ana Paula Renault seria puramente financeiro. Como ela não faz parte da engrenagem comercial da casa, uma vitória sua representaria uma perda de receita para o grupo.
Esse cenário escancara que o BBB 26 é, acima de tudo, uma vitrine estratégica de negócios onde a popularidade espontânea pode ser vista como um obstáculo ao lucro.
