Após o anúncio da suspensão de 31 linhas do transporte coletivo de Rio Branco pela empresa Ricco Transportes, divulgado neste sábado (14), o prefeito Tião Bocalom convocou uma reunião emergencial com integrantes da administração municipal para discutir medidas diante da situação que afeta diretamente os usuários do sistema.
Durante a reunião, a gestão municipal avaliou alternativas para enfrentar o impacto da paralisação e garantir que a população continue sendo atendida pelo transporte público. Como uma das primeiras medidas, o prefeito determinou que o superintendente da RBTrans busque diálogo direto com os trabalhadores do setor.
“Vamos conversar com o pessoal do sindicato. O prefeito me determinou garantir que os trabalhadores não fiquem sem seus salários. Esta gestão estará sempre ao lado dos que mais precisam”, afirmou o superintendente.
O encontro contou com a participação do vice-prefeito Alysson Bestene, do superintendente da RBTrans, Cel. Coutinho, além do secretário especial de Assuntos Jurídicos, Jorge Eduardo; do secretário especial de Comunicação, Ailton Oliveira; da procuradora Márcia Freitas; e do secretário da Casa Civil, Valtin José da Silva.
Gestão municipal avalia medidas emergenciais e busca diálogo/ Foto: Ascom
Segundo a Prefeitura, as equipes seguem mobilizadas para encontrar uma solução que permita restabelecer o funcionamento das linhas e evitar prejuízos maiores aos usuários do sistema de transporte coletivo da capital.
Contexto da paralisação
O anúncio da suspensão das 31 linhas foi feito pela própria empresa Ricco Transportes por meio de uma publicação em seu perfil no Instagram. No comunicado, a companhia informou que a decisão passa a valer a partir deste sábado (14) e foi motivada por um desequilíbrio econômico-financeiro que estaria afetando a operação do sistema na capital acreana.
O Sindicato dos Trabalhadores do Transporte de Passageiros e Cargas do Estado do Acre, por sua vez, afirmou que os motoristas não foram comunicados oficialmente sobre a paralisação. A entidade também informou que poderá acionar a Justiça e solicitar o bloqueio dos veículos caso não haja abertura de negociação com a empresa.
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