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Dólar hoje avança com petróleo e guerra no radar em meio à espera de Fed e Copom

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Dólar hoje avança com petróleo e guerra no radar em meio à espera de Fed e Copom

Os preços do petróleo, que têm servido como termômetro do mercado para a guerra no Oriente Médio, operam em alta

Felipe Moreira

Agências de notícias

18/03/2026 10h23

Atualizado 34 minutos atrás

(Foto: Blogging Guide/Unsplash)

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O dólar opera em alta ante o real nesta quarta-feira (18), acompanhando o avanço do petróleo após início em baixa, enquanto investidores aguardam as decisões sobre juros nos Estados Unidos e no Brasil.

Leia mais: Dólar Hoje: Confira a cotação e fechamento diário do dólar comercial

Qual a cotação do dólar hoje?

Às 10h15, dólar à vista operava com alta de 0,47%, aos R$ 5,224 na venda. O dólar futuro para abril — o mais líquido no mercado brasileiro — subia 0,54% na B3, aos R$ 5,243.

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O que aconteceu com dólar hoje?

As decisões sobre as taxas de juros devem dar aos investidores pistas sobre como as autoridades estão avaliando os riscos ao crescimento e à inflação em meio ao conflito dos Estados Unidos e Israel contra o Irã.

O Fed divulga sua decisão de política monetária às 15h (horário de Brasília), com expectativa de manutenção dos juros. Mas devem detalhar em um novo comunicado e em novas projeções como sentem que a decisão do presidente dos EUA, Donald Trump, de lançar um conflito aberto e sem prazo definido contra o Irã redefine as perspectivas para a economia dos Estados Unidos, a inflação e a política monetária.

Já a expectativa para o Banco Central é de redução da Selic pela primeira vez desde maio de 2024, segundo pesquisa da Reuters, devendo enfatizar a necessidade de cautela diante das crescentes preocupações com o conflito no Oriente Médio.

Também permanecem no radar possíveis intervenções do Tesouro nos leilões de títulos públicos.

O ministro dos Transportes, Renan Filho, anunciará às 10h medidas para garantir o piso mínimo do frete, em meio ao risco de paralisações de caminhoneiros no país.

O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, disse que o governo proporá aos Estados adaptar a Lei do Devedor Contumaz para reforçar fiscalização, combater especulação nos combustíveis e evitar alta do ICMS. Defendeu ação da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis contra abusos e criticou cortes de ICMS como no governo Jair Bolsonaro, com diminuição da alíquota e depois tendo que compensar os governadores. Também confirmou que deixará o ministério na sexta-feira.

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Distribuidoras veem risco de desabastecimento após a Petrobras suspender leilões de diesel e gasolina e reavaliar cenários.

(Com Reuters e Estadão)

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Felipe Moreira

Fonte: InfoMoney

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