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Enterro de mulher morta após comer em pizzaria acontece nesta quarta; investigação avança

Por Redação ContilNet

A cidade de Pombal, no Sertão da Paraíba, despediu-se na manhã desta quarta-feira (18/03) de Raíssa Maritein Bezerra e Silva, de 44 anos.

Foto: Beto Silva/TV Paraíba

A cidade de Pombal, no Sertão da Paraíba, despediu-se na manhã desta quarta-feira (18/03) de Raíssa Maritein Bezerra e Silva, de 44 anos.

A servidora pública e engenheira agrônoma foi sepultada no Cemitério São Francisco após uma trágica suspeita de intoxicação alimentar causada pelo consumo de uma pizza de carne de sol no último domingo (15).

O caso, que já é investigado pela Polícia Civil, choca pelos números: além da morte de Raíssa, outras 118 pessoas buscaram atendimento médico com sintomas idênticos náuseas, vômitos e dores abdominais após comerem no mesmo estabelecimento.

Inspeção revela irregularidades graves

Embora a defesa do proprietário da pizzaria afirme que não foram encontrados produtos vencidos, a Agência Estadual de Vigilância Sanitária (Agevisa-PB) e a Vigilância Municipal interditaram o local. Durante a inspeção, foram constatados problemas críticos de higiene, como a presença de pragas, insetos e alimentos mal acondicionados.

Com informações do G1.

O dono do estabelecimento, Marcos Antônio, de 24 anos, gravou um vídeo lamentando a fatalidade. “Jamais tive a intenção de machucar ninguém. Meu comércio é minha vida e estou colaborando para que a verdade apareça”, declarou o empresário, que atua no ramo há seis anos.

O quadro clínico e as vítimas

Raíssa chegou a ser atendida e liberada no domingo, mas retornou ao hospital na segunda-feira em estado gravíssimo. Segundo o Hospital Regional de Pombal, ela apresentou uma evolução clínica rápida para um quadro infeccioso grave, falecendo na manhã de terça-feira (17).

O namorado dela, que também consumiu a pizza, passou mal, mas conseguiu se recuperar.

Até o momento:

A Polícia Civil aguarda os resultados dos exames periciais realizados no material coletado na pizzaria e no corpo da vítima para apurar as responsabilidades criminais. O laudo será crucial para determinar se a causa foi bacteriana ou por contaminação química nos insumos utilizados.

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