O estudante Miguel Augusto Romanhol, de 11 anos, natural de João Monlevade, em Minas Gerais, conquistou uma vaga na etapa mundial da FIRA RoboWorld Cup, um dos principais campeonatos internacionais de robótica educacional.
A classificação veio após o jovem garantir o 3º lugar na modalidade U14 “Missão Impossível” durante a etapa nacional da FIRA Brasil, realizada em Santo André, no São Paulo, no final de 2025.
Na competição nacional, Miguel integrou a equipe Sartoriboticos. Agora, para a etapa internacional, ele passará a fazer parte da equipe Cespbots, vinculada ao projeto Na Mochila, uma organização não governamental da região do Médio Piracicaba que atua na formação de jovens nas áreas de tecnologia e robótica.
Estudante brasileiro vai disputar mundial de robótica/ Foto: Reprodução
O mundial da FIRA está programado para ocorrer entre os dias 16 e 20 de julho, no Canadá. A ONG pretende levar cerca de 40 estudantes e técnicos para representar o Brasil na competição internacional.
Participação depende de apoio financeiro
Apesar da classificação, a presença de Miguel no campeonato internacional ainda depende de apoio financeiro. O custo estimado é de aproximadamente R$ 24 mil por competidor, valor que inclui despesas com viagem, inscrição e o kit técnico necessário para a disputa.
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Interessados em contribuir com a participação do estudante podem realizar doações via Pix, utilizando a chave 17662602680, em nome de Miguel Augusto Romanhol.
Interesse pela robótica começou cedo
Para a família, a conquista representa um grande motivo de orgulho. Segundo os pais, o interesse do menino pela robótica começou ainda na infância, quando ele demonstrava curiosidade por peças de montar desde os três anos de idade.
Estudante brasileiro vai disputar mundial de robótica/ Foto: Reprodução
Com o tempo, o contato com aulas de robótica na escola ampliou ainda mais o interesse pela área, permitindo que ele começasse a desenvolver projetos e participar de competições.
De acordo com os pais, a descoberta de que poderia programar e dar movimento às criações foi um momento decisivo para o jovem.
“Para ele, foi incrível perceber que, além de montar objetos, podia dar vida às criações. À medida que o interesse foi crescendo, começamos a enxergar um futuro promissor nessa área”, destacaram.
Veja o vídeo:

