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Filha de 13 anos acompanha Kim Jong-un em ‘passeio’ dentro de tanque de guerra

Por Redação ContilNet

O regime da Coreia do Norte divulgou, nesta sexta-feira (20/03), imagens que reforçam os rumores sobre o futuro político do país. O líder Kim Jong-un foi filmado participando de manobras militares a bordo de um tanque de guerra, mas o que realmente chamou a atenção foi a presença de sua filha, Kim Ju-ae, de aproximadamente 13 anos, ao seu lado durante o exercício.

Foto: Reprodução/Reuters

O regime da Coreia do Norte divulgou, nesta sexta-feira (20/03), imagens que reforçam os rumores sobre o futuro político do país.

O líder Kim Jong-un foi filmado participando de manobras militares a bordo de um tanque de guerra, mas o que realmente chamou a atenção foi a presença de sua filha, Kim Ju-ae, de aproximadamente 13 anos, ao seu lado durante o exercício.

A jovem tem se tornado uma figura onipresente em eventos de alta relevância, desde desfiles militares até lançamentos de mísseis intercontinentais, o que especialistas da Coreia do Sul apontam como um claro sinal de que ela está sendo preparada para a sucessão.

Jaquetas de Couro e Treino de Tiro

No vídeo e nas fotos distribuídas pela agência estatal KCNA, pai e filha aparecem usando jaquetas de couro pretas combinando um visual que já virou marca registrada da dupla em visitas a fábricas de munição e bases militares.

Recentemente, Ju-ae também foi vista operando pistolas e observando exercícios de tiro ao lado de generais de alta patente.

Com informações do G1.

Embora o nome e a idade exata da menina nunca tenham sido confirmados oficialmente pela mídia de Pyongyang, o tratamento recebido por ela muitas vezes chamada de “filha amada” ou “respeitada” indica um status diferenciado dentro da dinastia Kim.

O Olhar de Seul

O Serviço Nacional de Inteligência da Coreia do Sul monitora cada passo da jovem. Para os analistas sul-coreanos, a exposição precoce de Ju-ae serve para acostumar a elite norte-coreana e o Exército à ideia de uma liderança feminina, algo inédito na história do país, mas necessário para manter a linhagem de sangue “Paektu” no poder.

Até o momento, a Coreia do Norte mantém o sigilo oficial sobre os planos de sucessão, tratando as aparições apenas como demonstrações de “unidade familiar e força militar”.

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