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Foragido, goleiro Bruno tem cartaz de procurado espalhado pela polícia do RJ

Por Anne Nascimento, ContilNet

Foragido, goleiro Bruno tem cartaz de procurado espalhado pela polícia do RJ

Foto: Reprodução

Em meados de fevereiro, o goleiro Bruno Fernandes de Souza voltou a chamar atenção no futebol ao ser anunciado como reforço do Vasco da Gama do Acre, mesmo após o passado criminal que marcou sua carreira. Pouco mais de um mês depois, nesta quinta-feira (12), o ex-atleta do Flamengo voltou ao noticiário por outro motivo: ele passou a ser considerado foragido da Justiça.

O Disque Denúncia do Rio de Janeiro divulgou o cartaz de “procurado” do goleiro para ajudar na localização do ex-jogador. Segundo o órgão, um mandado de prisão foi expedido no dia 5 de março após a Vara de Execuções Penais entender que Bruno descumpriu uma das condições impostas pela liberdade condicional.

Condenado em 2013 a mais de 22 anos de prisão pelo assassinato da modelo Eliza Samudio, além de crimes como ocultação de cadáver, sequestro e cárcere privado, Bruno teve a liberdade condicional revogada e deveria retornar ao regime semiaberto.

Como não se apresentou à Justiça após a decisão, o Tribunal de Justiça do Estado do Rio de Janeiro passou a considerá-lo foragido.

Contratação no Acre

Antes da nova ordem de prisão, o nome de Bruno Fernandes de Souza havia voltado ao cenário do futebol após o anúncio de sua contratação pelo Vasco da Gama (AC).

O goleiro chegou a ser regularizado no Boletim Informativo Diário (BID) da Confederação Brasileira de Futebol (CBF), ficando apto a atuar pela equipe acreana. A expectativa do clube era utilizá-lo em partidas importantes da temporada, incluindo compromissos da Copa do Brasil.

A vinda de Bruno ocorreu em momento de baixa para o time acreano: quatro atletas do Vasco tinham acabado de se tornar suspeitos pelo crime de estupro coletivo contra duas mulheres, dentro do alojamento do clube. Na ocasião, os jogadores – Bruno incluído – fizeram uma homenagem aos atletas, com as camisas deles sendo hasteadas como forma de protesto.

 

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