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Foragido: Saiba por que a Justiça do Rio mandou prender o goleiro Bruno novamente

Por Redação

Com o rosto estampado em um cartaz do Disque Denúncia do Rio de Janeiro, o goleiro Bruno Fernandes das Dores de Souza é oficialmente considerado foragido pela Justiça nesta sexta-feira (13/03).

Reprodução/Disque denuncia

Com o rosto estampado em um cartaz do Disque Denúncia do Rio de Janeiro, o goleiro Bruno Fernandes das Dores de Souza é oficialmente considerado foragido pela Justiça nesta sexta-feira (13/03).

O ex-atleta do Flamengo passou a ser procurado após não se apresentar às autoridades para cumprir um novo mandado de prisão, expedido no último dia 5 de março por descumprimento das regras de sua liberdade condicional.

O estopim para a decisão judicial foi a viagem de Bruno para o Acre em fevereiro deste ano. Sem autorização prévia da Justiça para deixar a comarca, o goleiro participou de uma partida oficial pelo time Vasco do Acre, em confronto válido pela Copa do Brasil no dia 19 de fevereiro.

Descaso com a justiça

Na decisão que revogou o benefício, o juiz Rafael Estrela Nóbrega foi enfático ao classificar a conduta de Bruno como uma demonstração de “descaso” com o sistema penal. “As condutas do apenado devem ser encaradas como descaso no cumprimento do benefício que lhe foi concedido”, explicou o magistrado. Com a nova ordem, Bruno deve retornar ao sistema prisional para cumprir pena em regime semiaberto.

O Crime que Chocou o Brasil

Bruno cumpre pena pelo assassinato de Eliza Samudio, ocorrido em 2010. Em julgamento realizado em 2013, o goleiro foi condenado a 22 anos e 3 meses de prisão. O caso chocou o país pelos detalhes cruéis revelados: a jovem foi morta, esquartejada e partes de seu corpo teriam sido jogadas para cães, conforme depoimentos colhidos durante o processo em Minas Gerais.

Busca e captura

As autoridades fluminenses agora trabalham em conjunto com as polícias de outros estados para localizar o paradeiro do goleiro. A inclusão de seu nome no Disque Denúncia visa acelerar a captura, contando com a ajuda da população. Qualquer informação que ajude a localizar o condenado pode ser repassada de forma anônima.

Fonte: Metrópoles

Redigido por ContilNet

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