Ibovespa Hoje Ao Vivo: Bolsa abre oscilando, com PETR4 e varejo em alta

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update 10h34

EUA: taxa de desemprego U6 em fevereiro 7,9%, de 8,1% em janeiro (revisada de 8,0%) A taxa de desemprego U6 é tratada como a “taxa de desemprego real”.

update 10h33

Em janeiro, na relação com janeiro de 2024, a alta foi de 3,7%.

update 10h32

Em janeiro, na relação com dezembro, a alta foi de 0,4%.

update 10h31

EUA: taxa de desemprego em fevereiro sobe a 4,4%, acima da expectativa de 4,3% e de marca de janeiro, que foi de 4,3% update 10h30

EUA: payroll não-agrícola em fevereiro tem variação negativa de 92 mil, bem abaixo da expectativa de 56 mil positivos Em janeiro, o payroll marcou mais 126 mil (revisado de 130 mil).

update 10h26

Índice de Fundos Imobiliários (IFIX) sobe 0,16%, aos 3.892,47 pontos, nova máxima do dia update 10h25

Dólar comercial vira para queda e renova mínima do dia: menos 0,18%, a R$ 5,273 update 10h19

Eneva (ENEV3) desce 2,46%, a R$ 19,81, após balanço do 4T25 update 10h18

Aéreas em direções opostas: AZUL53 sobe 0,93% e GOLL54 cai 0,44% update 10h16

Varejistas nesta abertura: AMER3, -0,39%; AZZA3, +1,08%; AUAU3, -0,64%; BHIA3, +1,08%; CEAB3, +0,92%; MGLU3, +0,98%; RIAA3, -+0,32%; VIVA3, -0,13% update 10h14

Índice de Small Caps (SMLL) agora sobe 0,26%, aos 2.443,66 pontos, nova máxima do dia update 10h14

Índice de Small Caps (SMLL) sobe 0,20%, aos 2.442,12 pontos, nova máxima do dia update 10h10

Supermercadistas oscilam nesta manhã: ASAI3, estável; GMAT3, +0,39%; -0,67% update 10h08

Siderúrgicas em queda nesta manhã: CSNA3, -1,20%; GGBR4, -0,62%; GOAU4, -0,35%; USIM5, -0,45% update 10h06

Grandes bancos abrem dia no vermelho: BBAS3, -1,12%; BBDC4, -1,08%; ITUB4, -0,53%; SANB11, -1,02% update 9h54

Waller/Fed: não vejo mais muito risco na inflação pelas tarifas neste momento update 9h53

Waller/Fed: a reunião de março (do Fed) pode ir para qualquer direção, dependendo dos dados que vierem update 9h52

Waller/Fed: um (índice de inflação) PCE alto em um relatório de empregos sólido iriam sinalizar que o Fed deveria segurar as taxas update 9h52

Waller/Fed: número de empregos em janeiro deve ser revisado para baixo update 9h51

Waller/Fed: ganhos de emprego em janeiro foram concentrados, e isso não deu conforto de que a economia como um todo estivesse indo bem update 9h50

Waller/Fed: descobriremos hoje se o mercado de trabalho está se recuperando O executivo se refere ao payroll, relatório sobre o mercado de trabalho, que será divulgado em instantes, às 10h30, Horário de Brasília.

update 9h49

Waller/Fed: choques energéticos da década de 70 vieram em ondas, e os preços nunca voltaram a cair update 9h49

Waller/Fed: se os preços da energia caírem só em algumas semanas ou em alguns meses, isso causará um problema para o Fed update 9h48

Waller/Fed: pessoas verão um aumento repentino nos preços da gasolina e ficarão chocadas, mas é improvável que cause inflação sustentada Christopher Waller é membro do Conselho do Federal Reserve e fala à Bloomberg TV.

update 9h43

Reino Unido informa ao Bahrein que seus jatos podem fornecer cobertura defensiva adicional. O primeiro-ministro britânico, Keir Starmer, disse ao rei do Bahrein que quatro jatos que o Reino Unido está enviando para o Catar poderiam ser usados ​​para ajudar a defender o reino de ataques de mísseis e drones iranianos contra os países do Golfo. “O primeiro-ministro também ofereceu cobertura aérea defensiva adicional com esses jatos para o Bahrein, a fim de reforçar sua segurança”, disse um comunicado divulgado pelo gabinete de Starmer há pouco. (com informações da Al Jazeera)

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update 9h40

Enjoei mantém ações acima de R$ 1 e B3 suspende prazo de adequação de valor mínimo update 9h33

Dólar comercial diminui ritmo de alta para mais 0,07%, a R$ 5,290, nova mínima do dia update 9h29

Ecorodovias (ECOR3) tem alta de 22,6% no tráfego consolidado em fevereiro Em termos comparáveis, ‌houve recuo de 1,0%, para 46,760 ‌milhões de veículos equivalentes pagantes.

update 9h28

Produção industrial em janeiro: apesar da surpresa, desaceleração continua, diz economista André Valério, economista-sênior do Inter, diz que, apesar da surpresa positiva, acima do esperado, no acumulado em 12 meses, o setor acumula alta de 0,5%, mantendo tendência de desaceleração. “O setor industrial tem sido o mais afetado pelas condições macroeconômicas adversas, que são a elevada taxa de juros e o tarifaço americano. Com a determinação da ilegalidade das tarifas americanas, podemos ver uma recuperação da indústria, em particular da indústria de transformação, uma vez que nossa tarifa foi uma das que mais reduziu, saindo de 50% para 15%”, diz. “Entretanto, a recuperação pode ser apenas parcial, uma vez que a relação cliente-fornecedor não é tão simples de ser retomada após vários meses de sobretaxa excessiva. Esperamos que o setor continue enfrentando dificuldades ao longo do ano, com nossa projeção de crescimento industrial para 2026 sendo de 0,0%”.

update 9h25

Petrobras (PETR4): 4T25 tem desempenho financeiro sólido e alto retorno ao acionista, diz analista Analista da Suno Research, João Daronco, diz que a Petrobras (PETR4) entregou desempenho financeiro sólido no 4T25, mesmo diante de um cenário macroeconômico mais desafiador, marcado por uma queda de 14% no preço do Brent em relação ao ano anterior. “Como temos acompanhado e defendido em nossa tese, a escalada operacional da companhia tem sido o grande destaque e o principal motor de valor. Em 2025, a Petrobras registrou um aumento de 11% na produção total de óleo e gás, superando em mais de 2,8 pontos percentuais a meta de produção estabelecida no seu Plano de Negócios 2025-2029. Esse salto produtivo foi fundamental para compensar o recuo da commodity“. Ele segue: “coroando a excelente execução, o Conselho de Administração aprovou o encaminhamento de uma proposta de remuneração aos acionistas de R$ 8,1 bilhões referentes ao resultado do 4T25. No acumulado do ano, a petroleira já distribuiu expressivos R$ 45,2 bilhões em proventos”.  Em resumo: “a combinação de crescimento acelerado de produção no pré-sal com rígida disciplina de capital blinda a companhia contra oscilações de mercado e a consolida como uma máquina de alto retorno e geração de caixa para o acionista”.

update 9h18

Lojas Renner (LREN3): resultados do 4T25 reforçam visão construtiva da empresa, diz XP A Lojas Renner (LREN3) apresentou resultados em linha com as expectativas no 4T25, com dinâmica sólida no varejo, mas despesas maiores na Realize, destaca a XP, que já previa um crescimento moderado da receita devido aos impactos climáticos, o que se confirmou, com um aumento de 3% nas vendas nas mesmas lojas (SSS), embora o segmento de vestuário tenha apresentado um desempenho mais forte. No entanto, a empresa possui a maior produtividade de vendas entre seus pares, com crescimento praticamente em linha com os demais. A Lojas Renner, segundo a XP, ajustou sua proposta de valor, sustentada por um posicionamento de preço adequado e por cobranças mais assertivas, o que deve se traduzir em uma sólida dinâmica de crescimento no futuro, sem deixar de lado seu prêmio de produtividade em relação aos concorrentes. Se a empresa se concentrar em iniciativas de eficiência, como outras empresas fizerem recentemente (por exemplo, RD, Natura e Alpargatas), poderá desbloquear um valor significativo. Resultados do quarto trimestre reforçam visão construtiva e, portanto, a XP reitera recomendação de compra.

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update 9h10

Taxa (%)Variação (pp)DI1F2713,6950,190DI1F2813,2150,250DI1F2913,3300,260DI1F3113,7050,235DI1F3213,8250,235DI1F3313,8900,240DI1F3513,9050,215 update 9h08

DXY: índice dólar sobe 0,04%, aos 99,36 pontos update 9h04

Ibovespa futuro (INDFUT) abre em baixa de 0,71%, cotado aos 181.590 pontos update 9h04

Dólar futuro (DOLFUT) abre em alta de 0,66%, cotado aos 5.339,50 pontos update 9h03

Em dezembro, na comparação com dezembro, houve queda de 1,2%.

update 9h01

Em dezembro, na comparação com dezembro de 2024, houve alta de 0,4%.

update 9h00

Petrobras (PETR4): geração de caixa garante bons dividendos, mas capex segue como questão update 8h58

Preços dos combustíveis no Brasil ampliam ainda mais diferença abaixo da paridade internacional, diz Abicom Petrobras (PETR3;PETR4) anunciou há 39 dias diminuição dos preços da gasolina. Sobre o diesel, a estatal reajustou os preços há 305 dias. A Associação Brasileira dos Importadores de Combustíveis publica o estudo diariamente, de segunda a sexta, exceto em feriados.

Diesel A S10 (média nacional): -64%, ou -R$ 2,07 (ontem: -47%, ou -R$ 1,51)Gasolina A (média nacional): -27%, ou -R$ 0,69 (ontem: -19%, ou -R$ 0,47) update 8h56

Tanques de armazenamento de petróleo na região do Golfo estão se enchendo, ameaçando cortes na produção. Os tanques de armazenamento de petróleo em toda a região do Golfo estão se enchendo, com as exportações de petróleo bruto praticamente paralisadas, segundo analistas de energia. Quase nenhum petroleiro se arrisca a transitar pelo crucial Estreito de Ormuz, que é banhado pelo Irã de um lado, por medo de ser atacado por drones ou foguetes iranianos. Com o esgotamento dos tanques de armazenamento, cresce o risco de que a produção de petróleo bruto tenha que ser reduzida. “A Arábia Saudita, há muito considerada o amortecedor inabalável do Golfo, enfrenta cortes forçados na produção dentro de uma semana”, afirmou a Rystad Energy, empresa de pesquisa e análise, em nota divulgada ontem. Além da Arábia Saudita, a região do Golfo é composta por Bahrein, Kuwait, Omã, Catar e Emirados Árabes Unidos. Se o conflito se prolongar, “preços do petróleo na casa dos três dígitos se tornam uma possibilidade muito real”, disse Aditya Saraswat, analista sênior da Rystad Energy, na nota. “Podemos começar a ver paralisações preventivas em toda a região, o que teria sérias implicações para os mercados globais de petróleo”, acrescentou Saraswat. (informações são da CNN Internacional)

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update 8h54

update 8h50

Em uma publicação em uma rede social, o presidente Masoud Pezeshkian declarou que o Irã está comprometido com a “paz duradoura na região”, mas defenderá sua dignidade e soberania. “Alguns países já iniciaram esforços de mediação. Sejamos claros: estamos comprometidos com a paz duradoura na região, mas não hesitaremos em defender a dignidade e a soberania de nossa nação”, escreveu Pezeshkian. “A mediação deve abordar aqueles que subestimaram o povo iraniano e incendiaram este conflito”.

update 8h44

Rússia diz que responderá se Finlândia abrigar armas nucleares e acusa Helsinque de alimentar tensão O Kremlin disse hoje que o plano da Finlândia de suspender a proibição de hospedar armas nucleares aumenta as tensões na Europa e representa uma ameaça potencial à Rússia, à qual Moscou responderia se tal implantação ocorresse. A Finlândia, que compartilha uma longa fronteira com a Rússia, manteve a neutralidade durante a Guerra Fria, mas aderiu à Otan em 2023 em resposta à guerra da Rússia na Ucrânia. Na quinta-feira, disse que estava planejando suspender uma proibição de longa data de ter armas nucleares em seu território, em uma medida que poderia abrir a porta para colocá-las lá em tempos de guerra. “Essa é uma declaração que leva a uma escalada de tensões no continente europeu”, disse o porta-voz do Kremlin, Dmitry Peskov. “Essa declaração aumenta a vulnerabilidade da Finlândia, uma vulnerabilidade provocada pelas ações das autoridades finlandesas. O fato é que, ao implantar armas nucleares em seu território, a Finlândia está começando a nos ameaçar. E se a Finlândia nos ameaçar, tomaremos as medidas adequadas”. As ações da Rússia na Ucrânia e as ações imprevisíveis do presidente dos EUA, Donald Trump, especialmente seu objetivo declarado de assumir o controle da Groenlândia, fizeram com que os governos europeus repensassem sua segurança, incluindo o papel das armas nucleares. (Reuters)

update 8h40

“Quem lhe deu autoridade”, questionou um grande empresário, em meio a ataques de mísseis e drones iranianos que afetam turismo, transporte e mercados no Golfo.

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update 8h36

Alpargatas (ALPA4): indicadores são positivos em todos os aspectos no 4T25, exalta a XP A Alpargatas (ALPA4) apresentou resultados sólidos no quarto trimestre, de acordo com a XP. Ebitda veio 13% acima do esperado, impulsionado por melhor receita e dinâmica de custos. Embora a XP já esperasse margens positivas, a empresa surpreendeu novamente, tanto no Brasil quanto no exterior, superando as expectativas de Ebitda mais uma vez. Os indicadores são positivos em todos os aspectos, com os resultados internacionais melhorando, à medida que a empresa deve atingir um modelo comercial mais normalizado. Ainda assim, a recente alta do petróleo devido às tensões geopolíticas levanta preocupações quanto à dinâmica de custos no segundo semestre, enquanto os volumes no Brasil permanecem pressionados por um cenário macroeconômico desafiador. Portanto, a XP mantém recomendação neutra.

update 8h33

Fleury (FLRY3): tendências positivas no 4T25, diz banco A Fleury (FLRY3) apresentou tendências positivas em sua receita no 4T25, com forte crescimento da receita líquida em todos os segmentos, destaca o Itaú BBA. “A empresa manteve uma margem Ebitda estável, o que pode gerar questionamentos por parte dos investidores sobre a dinâmica das margens em 2026, visto que projetamos uma leve queda em relação ao ano anterior. Por outro lado, a forte geração de caixa continua sendo um ponto forte dos resultados da empresa, com um FCFE de R$ 160 milhões neste trimestre”, diz. “Prevemos que as ações serão negociadas a um múltiplo P/L de 13x em 2026, o que acreditamos incluir um prêmio devido à percepção da Fleury como um ativo estratégico no setor de saúde”. A classificação segue outperform, com preço-alvo de R$ 18.

update 8h33

Petróleo tem novo dia de forte alta e caminha para maior ganho semanal desde 2022 O Brent valorizou-se 20% esta semana, com os contratos futuros a subirem até 2,6% na sexta-feira, para mais de US$ 87 por barril.

update 8h27

Day Trade hoje: após tombo do Ibovespa, mercado monitora níveis-chave update 8h24

Mercados da Europa caminham para a pior semana em um ano O índice acionário europeu Stoxx 600 busca direção, uma vez que a guerra no Oriente Médio não mostra sinais de diminuir, deixando o índice a caminho da sua pior semana em quase um ano. As tensões geopolíticas dominam o sentimento, fazendo com que os preços do petróleo subam quase 16% durante a semana e alimentando novas preocupações com a inflação em uma região que depende fortemente da energia importada do Oriente Médio. Três autoridades de política monetária do Banco Central Europeu advertiram que, se o conflito atingir mais países, a inflação da zona do euro poderá aumentar no momento em que o crescimento começar a cair, uma combinação desconfortável para os investidores já cautelosos com um cenário de taxas “mais altas por mais tempo”. (Reuters)

STOXX 600: -0,32%DAX (Alemanha): -0,02%FTSE 100 (Reino Unido): -0,05%CAC 40 (França): -0,25%FTSE MIB (Itália): -0,35%IBEX 35 (Espanha): -0,44% update 8h20

Mercados da Ásia fecham dia de forma mista; semana termina negativa As ações da China e de Hong Kong encerraram a semana em baixa, apesar da alta desta sexta-feira, uma vez que os riscos geopolíticos pesaram sobre o otimismo do mercado e os sinais políticos da reunião parlamentar anual ofereceram poucas surpresas. No fechamento, o índice de Xangai teve alta de 0,4%, enquanto o índice CSI300, que reúne as maiores companhias listadas em Xangai e Shenzhen, avançou 0,3%. O índice Hang Seng, de Hong Kong, subiu 1,7%. Na semana, o CSI300 caiu 1,1%, enquanto o Hang Seng caiu 3,3%. As preocupações de que um conflito mais amplo no Oriente Médio possa causar um forte impacto no setor energético, aumentar a inflação e atrasar os cortes nas taxas de juros pressionaram os mercados asiáticos esta semana. Na quinta-feira (5), a China divulgou sua meta de crescimento econômico para 2026 em 4,5% a 5% em sua reunião parlamentar anual, com a maioria das outras metas em linha com as expectativas do mercado. (Reuters)

Shanghai SE (China), +0,38%Nikkei (Japão): +0,63%Hang Seng Index (Hong Kong): +1,72%Nifty 50 (Índia): -1,27%ASX 200 (Austrália): -1,00% update 8h10

Futuros do petróleo sobem pelo sétimo dia seguido As tensões no Oriente Médio seguem pressionando os preços futuros do petróleo, se aproximando so US$ 87. O Financial Times noticiou que o ministro da Energia do Catar afirmou que a guerra no Oriente Médio poderia levar os exportadores de energia do Golfo a interromperem os embarques em poucos dias. Saad al-Kaabi disse ao FT que os preços do petróleo bruto poderiam chegar a US$ 150 por barril nas próximas semanas, caso os petroleiros não conseguissem atravessar o Estreito de Ormuz.

WTI (para abril): +3,62%, a US$ 83,94Brent (para maio): +1,92%, a US$ 87,05 update 8h08

EUA: índices futuros apresentam baixas Os índices futuros dos EUA caminham para a pior semana desde outubro, quando o governo dos EUA enfrentava uma paralisação histórica de suas funções. Os preços do petróleo sobem novamente e nem a promessa do governo Trump de agir sobre o setor parece ter acalmado os investidores. “Os mercados permanecem em modo de aversão ao risco, à medida que crescem as preocupações com a duração do conflito e as potenciais interrupções no fornecimento de energia”, disse à CNBC Angelo Kourkafas, estrategista sênior de investimentos globais da Edward Jones. Ele afirmou que a alta nos preços do petróleo nos EUA está aumentando as preocupações com a inflação, o que pode pressionar o consumo. “As mudanças estruturais reduziram a vulnerabilidade dos EUA a choques no preço do petróleo. O petróleo provavelmente precisaria permanecer acima de US$ 100 por um período prolongado para desacelerar significativamente o crescimento econômico. Os EUA são exportadores líquidos de petróleo desde 2019 e a economia é muito menos intensiva em energia do que já foi”, pondera. Hoje, os investidores ainda estão de olho na divulgação do payroll, principal relatório sobre o mercado de trabalho dos EUA. O indicador sai às 10h30, Horário de Brasília.

Dow Jones Futuro: -1,61%S&P 500 Futuro: -0,56%Nasdaq Futuro: -0,26% update 8h01

Abertura dos mercados A Petrobras (PETR4) deve permanecer no radar dos investidores nesta sexta-feira depois de informar lucro líquido no quarto trimestre, enquanto no exterior investidores avaliavam medidas sobre aumento de combustíveis enquanto a guerra no Oriente Médio não dava sinais de alívio. Na véspera, a petroleira registrou lucro líquido de R$ 15,56 bilhões no 4T25, contra prejuízo líquido de R$ 17,04 bilhões do mesmo período de 2024, com apoio de exportações de petróleo recordes e menores despesas. A companhia realizará teleconferência com analistas sobre o resultado às 11h30 e coletiva de imprensa às 14h30. Já a Embraer (EMBJ3) informou logo cedo que teve lucro líquido ajustado de R$ 832 milhões no quarto trimestre de 2025 em comparação com R$ 1,04 bilhão no mesmo período um ano antes. No exterior, os investidores avaliavam os esforços dos EUA para limitar os aumentos nos preços dos combustíveis devido à guerra, o que ajudou a aliviar as preocupações do mercado sobre inflação e danos econômicos. O Departamento do Tesouro dos EUA está avaliando medidas para limitar a alta dos preços de energia, disse uma autoridade da Casa Branca. Na quinta‑feira, os EUA concederam uma isenção temporária para permitir que a Índia compre petróleo russo. As ações globais ainda assim caminhavam para a maior queda semanal em um ano, mas as moedas e os Treasuries também se estabilizavam antes da divulgação do relatório de emprego dos EUA. (Reuters)

update 7h54

Investidores em Wall Street passaram a questionar se as notícias que saíram ontem e que poderiam amenizar os efeitos da guerra são de fato críveis. “Será que Trump realmente pode escoltar todos os navios pelo Estreito de Ormuz?”, questionou à CNBC Sam Stoval, estrategista-chefe de investimentos da CRFA Research. “Que tipo de responsabilidade estaremos assumindo e como isso afetará nossos níveis de endividamento? Os investidores estão basicamente dizendo que o que está acontecendo agora não é bom”. Além disso, os investidores tiraram o pé do acelerador, com a cautela sobre a divulgação do payroll de amanhã, o relatório mais importante sobre o mercado de trabalho nos EUA.

Dia (%)PontosDow Jones-1,6147.954,74S&P 500-0,566.830,71Nasdaq-0,2622.748,98 update 7h52

Taxa (%)Variação (pp)DI1F2713,5050,095DI1F2812,9650,170DI1F2913,0700,205DI1F3113,4700,245DI1F3213,5900,240DI1F3313,6500,225DI1F3413,6800,220DI1F3513,6900,220 update 7h50

Dólar comercial fechou ontem em alta de 1,32% O dólar comercial voltou a subir diante do real, após o recuo da véspera. O movimento foi na mesma direção da divisa norte-americana no resto do planeta, que na comparação com as principais moedas do mundo fez o índice DXY ficar com mais 0,55%, aos 99,31 pontos.

Venda: R$ 5,287Compra: R$ 5,286Mínima: R$ 5,228Máxima: R$ 5,294 update 7h48

Maiores baixas, altas e mais negociadas de ontem Maiores baixas

Dia (%)Valor (R$)RENT4-7,2644,47RENT3-6,8746,90BEEF3-6,424,52CSNA3-6,127,51EMBJ3-5,7187,16Maiores altas

Dia (%)Valor (R$)BRKM516,9412,70RECV32,8012,85SMTO32,6418,26PRIO32,5956,96UGPA30,5025,99Mais negociadas

NegóciosDia (%)VALE366.957-3,33PETR457.4350,47PRIO354.6262,59B3SA349.546-3,30BBDC449.313-3,22 update 7h45

Máxima: 185.366,35Mínima: 179.895,37Diferença para a abertura: -4.902,60 pontosVolume: R$ 32,80 bilhõesConfira a evolução do IBOV durante a semana, mês e ano:

Segunda-feira (2): +0,28%Terça-feira (3): -3,28%Quarta-feira (4): +1,24%Quinta-feira (5): -2,64%Semana: -4,41%Março: -4,41%1T26: +12,00%2026: +12,00% Acompanhe diariamente a cobertura sobre bolsa, dólar e juros a partir das 8 horas.

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