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Influenciadora morre, aos 31 anos, após luta contra doença rara

Por Ricardo Amaral, ContilNet

Influenciadora morre, aos 31 anos, após luta contra doença rara

Reprodução/Instagram

A comunidade digital e o mundo esportivo amanheceram em luto nesta sexta-feira. A influenciadora Rita Ephrem, carinhosamente conhecida como Ritinha, faleceu na noite de quinta-feira (26/3), aos 31 anos, após uma batalha hercúlea contra uma doença autoinflamatória ultrarrara. O anúncio foi feito por amigos e pela equipe da jovem em suas redes sociais, descrevendo-a como uma “menina de luz” e uma artista generosa que viveu com inteira entrega até o fim.

De acordo com o portal Metrópoles, a trajetória de Ritinha foi marcada por uma resistência impressionante. Ao longo dos últimos anos, ela enfrentou sete acidentes vasculares cerebrais (AVCs), diversas tromboses, infecções generalizadas, cinco paradas cardíacas e precisou ser intubada mais de 20 vezes, compartilhando cada etapa de sua jornada com transparência e fé.

Uma vida de conquistas e desafios médicos

A história de Rita Ephrem vai muito além do seu diagnóstico médico, envolvendo uma carreira internacional de sucesso antes do agravamento de sua condição.

Perfil e cronologia: Rita Ephrem (1995-2026)

Confira os marcos da vida da influenciadora que mobilizou a campanha “Juntos com a Ritinha”:

Detalhe da Biografia Informação Oficial
Nome Completo Rita Ephrem
Formação Engenharia Mecatrônica
Carreira Esportiva Atleta de Futsal (Seleção Libanesa)
Condição Médica Doença autoinflamatória ultrarrara e não catalogada
Histórico Clínico 7 AVCs, 20 intubações e 5 paradas cardíacas
Data do Falecimento 26 de março de 2026

A partida de Ritinha deixa um vazio entre seus seguidores, que acompanhavam sua rotina de internações e mensagens de esperança. Segundo o levantamento do Metrópoles, a influenciadora transformou sua dor em uma plataforma de conscientização sobre doenças raras no Brasil. O velório, marcado por homenagens de amigos e familiares, celebrou não apenas sua luta, mas seu talento artístico e sua dedicação espiritual. A história de Rita Ephrem permanece como um legado de resiliência para a medicina brasileira, que segue estudando seu caso clínico único na busca por respostas para patologias autoinflamatórias ainda desconhecidas.

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