Uma jovem autista usou as redes sociais para relatar dificuldades enfrentadas durante o Lollapalooza Brasil 2026 e criticou a estrutura de acessibilidade do evento. Segundo o depoimento, a experiência foi marcada por falhas no atendimento e falta de preparo para receber pessoas com deficiência.
De acordo com o relato, a área destinada ao público PCD não comportava a demanda, além de apresentar limitações na estrutura. Entre os pontos citados estão ausência de filas preferenciais, dificuldades de acesso a banheiros e problemas em serviços básicos, como acolhimento e suporte durante o evento.
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A jovem também afirmou que teve crises durante o festival e que não encontrou suporte adequado no local. Além disso, relatou que presenciou outras pessoas autistas passando por situações semelhantes, o que ampliou as críticas sobre a organização do espaço.
Casos como esse voltaram a levantar questionamentos sobre a efetividade das medidas de inclusão em grandes eventos. Embora exista legislação que exige acessibilidade em espaços de uso coletivo, relatos indicam que a aplicação prática ainda apresenta falhas.
Após a repercussão, internautas passaram a compartilhar experiências semelhantes e a cobrar melhorias na estrutura oferecida para pessoas com deficiência em festivais de grande porte.

