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Naufrágio de navio ainda desperta curiosidade em Sena Madureira após quase 80 anos

Por Ricardo Amaral, ContilNet

Naufrágio do navio Curuçá marcou história de Sena Madureira e ainda desperta curiosidade após quase oito décadas

Naufrágio do navio Curuçá marcou história de Sena e ainda desperta curiosidade após quase oito décadas | Foto reprodução

Um episódio que marcou a memória de antigos moradores de Sena Madureira ainda chama a atenção de quem navega pelo Rio Iaco. Trata-se do naufrágio do navio Curuçá, ocorrido em 1948, nas proximidades do lago Bom Jesus.

De acordo com relatos de moradores mais antigos, a embarcação seguia viagem em direção ao seringal Guanabara quando acabou se chocando com um tronco de cumaru-ferro. O impacto teria provocado o alagamento do navio, que acabou afundando no local. Na época, o Curuçá era bastante conhecido na região por transportar mercadorias, animais e passageiros entre comunidades situadas ao longo do rio.

Mesmo após cerca de 78 anos do ocorrido, partes da estrutura da embarcação ainda podem ser vistas no local. O que restou, principalmente peças de ferro, resiste ao tempo e se transformou em uma espécie de marco histórico às margens do Iaco.

Moradores da região relatam que o ponto do naufrágio ainda desperta curiosidade, especialmente entre os mais jovens. Não é raro que pessoas que passam pelo local parem suas embarcações para observar os restos do antigo navio e ouvir histórias contadas pelos mais velhos.

Entre as versões mais comentadas, alguns afirmam que o Curuçá bateu em um tronco de cumaru-ferro que estava submerso no rio. Outros dizem que a embarcação pode ter afundado por estar muito carregada, transportando grande quantidade de mercadorias, passageiros e até gado.

Apesar das diferentes narrativas, há poucos registros oficiais sobre o ocorrido. Também circulam relatos de que o naufrágio pode ter deixado vítimas, mas os detalhes nunca foram totalmente esclarecidos, o que faz com que o episódio continue envolto em mistério até os dias atuais.

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