No início deste ano de 2026, já é a segunda derrota eleitoral que a esquerda sofre, ao retornar dos Estados Unidos de mãos vazias, sem nenhuma estatueta do Oscar. A primeira, foi o humilhante rebaixamento da Escola de Samba “Acadêmicos” de Niterói, quando, ao homenagear Lula, não só atraiu a indignação do povo brasileiro, como foi empurrada para a segunda divisão das escolas de samba, acabando em último lugar com um enredo e desfile horrorosos.
O filme O Agente Secreto é ruim e o autor desempenhou um papel simplório, de nenhuma complexidade, que exigiria uma atuação realmente fora do comum. Na primeira fase um jovem professor cabeludo, de poucas falas, na terceira, no papel rápido de um médico (não no exercício da medicina), com um visual diferente, filho de si mesmo (do personagem que fez por tempo maior), na segunda parte, por onde se desenvolve quase todo o filme, no papel, então, do suposto agente secreto, no tempo, obviamente, da ditadura militar.
A esquerda e simpatizantes se reuniram para torcer pelo Oscar, após Wagner Moura, que fez o papel de O Agente Secreto, ter ofendido Jair Bolsonaro, não bastando a facada lá atrás, que o está matando aos poucos e os comentários de Preta Gil. É preciso continuar o movimento para aniquilar Bolsonaro, por isso, quando surge alguém que, do alto de seu papel social, tece críticas ferrenhas ao ex-Presidente, a esquerda vai ao orgasmo e o segue até os instantes finais (à míngua de verdadeiros mártires e heróis), da consagração com o Oscar, depois de ter levado um troféu por vencer a Série B do cinema, que é o Globo de Ouro.
E o pior é que se utilizam de uma narrativa porre, insuportável, para fazer da disputa do Oscar uma bandeira nacional, algo de interesse do país Brasil, como se interessasse a todos ou a maioria do povo brasileiro, além do time do Vitória da Bahia, que estampou o nome na camisa, e parece ter dado azar.
Aquele que receberia a glória do Oscar, diante de todos na televisão e redes sociais, é o nosso companheiro, que milita na esquerda e se soma para enterrar Bolsonaro, com seus comentários infelizes e maldosos ao impostar sua voz para dizer que “O Brasil está, finalmente, superando um problema de memória ao mandar para a prisão, pela primeira vez, pessoas que atentaram contra a democracia. O próprio Bolsonaro está na prisão”, blasfêmia que não teria vociferado se esperasse um pouquinho mais pelo Caso Master e o STF.
As manchetes da mídia esquerdista, desde a noite de ontem e no dia de hoje, tem como título “O Brasil Ficou Sem Oscar”, ao passo que quando falam do filme que levou seis estatuetas, “Uma Batalha Após a Outra” , se referem ao filme, não ao país de origem.
O Governo (ou, desgoverno) Brasileiro, mais uma vez enfurecido e frustrado com a derrota nas urnas do Oscar, logo confortou o ator e diretor de O Agente Secreto e seguidores agora também secretos, dizendo que “os brasileiros estão orgulhosos” com o resultado e empenho de seus militantes. Eis uma verdade, tão felizes e orgulhosos como quando viram o rebaixamento da escola de samba do Lula, para a segunda divisão do carnaval carioca, com derrota acachapante e humilhante.
Os fãs, da esquerda (se é que sabem o que significa ser de esquerda), muito provavelmente, estão responsabilizando o “Tramp”, pela derrota do “Brasil”, amargando mais uma vez o rebaixamento (O “Brasil” não levou nenhum oscarzinho sequer, de tantos que tinha como certo), não sabendo o que lhes aguarda no dia 04 de outubro, quando, com Bolsonaro vivo ou morto, eleitoralmente poderá, com seu ator militante e cabo eleitoral junto, cair também para o andar de baixo da política brasileira.

