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Renda fixa hoje: veja taxas de CDB, LCI e LCA na XP antes de decisão sobre Selic
Veja as taxas de investimentos prefixados, pós-fixados e híbridos em renda fixa
MoneyLab
18/03/2026 10h26
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Atualizado 27 minutos atrás
O mercado de emissão bancária, dentro da plataforma da XP, oferece nesta quarta-feira (18), CDBs com taxas prefixadas de até 13,950% ao ano com vencimento em mais de 12 meses, enquanto títulos de inflação estão pagando até IPCA+ 9,500% em mais de 1 ano e os pós-fixados até 104,5% do CDI em mais de 12 meses.
LCAs contam com taxas pós-fixadas que pagam até 84% do CDI em mais de 12 meses.
LCIs atreladas à inflação apresentam taxas de até IPCA+6,800% para vencimento em mais de 1 ano e as pós-fixadas pagam até 105% do CDI em mais de 12 meses.
Renda Fixa Hoje: confira algumas opções de investimento em renda fixa bancária oferecidas pela XP
CDB ORIGINAL
Taxa: 106% do CDI
Vencimento: fevereiro/2031
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CDB DM FINANCEIRA
Taxa: 114% do CDI
Vencimento: março/2031
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LCA SICOOB
Taxa: 92% do CDI
Vencimento: fevereiro/2033
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*As ofertas na plataforma da XP são limitadas à capacidade disponível do produto nesta quarta-feira (18)
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Cenário Renda Fixa da XP
As taxas dos juros futuros inverteram o sinal ao longo do pregão e fecharam em alta nesta terça-feira (17), pressionadas por temores domésticos, especialmente a possibilidade de uma greve de caminhoneiros, que elevou as preocupações inflacionárias no curto prazo.
No fim da sessão, a taxa do DI para janeiro de 2027 subiu 9 pontos-base, a 14,16%, enquanto o DI para janeiro de 2035 avançou 6 pontos-base, para 13,86%. O movimento foi mais intenso na ponta curta da curva, refletindo maior sensibilidade às expectativas de inflação e política monetária.
Durante boa parte do dia, os juros futuros chegaram a operar em queda, influenciados pelas novas intervenções do Tesouro Nacional, que realizou leilões de recompra de títulos prefixados e indexados à inflação para reduzir distorções na curva, além de um cenário externo relativamente mais estável, com Treasuries acomodados.
A virada ocorreu à tarde, quando notícias sobre uma possível paralisação de caminhoneiros ganharam força. O risco de interrupções logísticas e de pressão sobre os preços — especialmente de combustíveis — levou investidores a reprecificarem a curva, com impacto direto sobre os vencimentos mais curtos.
Com isso, a curva curta reagiu de forma mais intensa, acompanhando o aumento das incertezas sobre a inflação e sobre a decisão do Comitê de Política Monetária. Já a ponta longa apresentou alta mais moderada, indicando que, apesar do ruído de curto prazo, as expectativas estruturais permaneceram relativamente mais ancoradas.
O movimento também reforçou a cautela do mercado às vésperas da decisão do Copom. Cresceram os receios de manutenção da Selic em 15%, embora ainda predomine a aposta em corte de 0,25 ponto percentual — enquanto a possibilidade de redução mais agressiva, de 0,50 ponto, praticamente desapareceu da curva.
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Fonte: InfoMoney

