O Governo continua negociando com pelo menos 20 sindicatos o projeto que deve ser encaminhado à Assembleia Legislativa do Acre (Aleac) nesta terça (31) ou quarta-feira (1), trazendo melhorias para as categorias de servidores públicos do Estado.
De acordo com Alesta Amancio da Costa, presidente do Sindicato dos Trabalhadores em Saúde do Acre (Sintesac), a frente sindical está reunida na manhã desta terça com membros do Governo na Casa Civil, finalizando os cálculos para que ambas as partes cheguem a um denominador comum, resultando na conclusão e envio do projeto à Casa do Povo.
Frente sindical está reunida na manhã desta terça com membros do Governo na Casa Civil | Foto: ContilNet
Enquanto isso, os trabalhadores realizam uma manifestação em frente à Aleac.
“O governo enviou uma contraproposta para os sindicatos, que vocês já conhecem. Nós também encaminhamos uma contraproposta, e neste momento, o governo está em reunião com os sindicatos, com uma comissão trabalhando para definir a proposta final. Nós pedimos mil reais, o governo ofereceu 700 de auxílio alimentação e 500 de auxílio saúde para os aposentados. Nós dissemos: ‘não, queremos 900’. Ontem, sentamos com essa proposta que foi enviada antes de ontem ao governo do Estado”, afirmou Alesta.
“Até às 20 horas de ontem, uma comissão de sindicatos estava reunida com o governo, mas não chegamos a um consenso. Agora, pela manhã, a equipe está novamente reunida, tanto do governo quanto a comissão dos sindicatos, para finalizar a proposta, de modo que, quando a contraproposta chegar aqui, ela já venha definida e em consenso”, acrescentou.
A expectativa é que o projeto seja votado ainda hoje.
“Deve ser votado hoje, no máximo amanhã. Tudo está sendo encaminhado para que a votação ocorra hoje, pois precisamos encerrar essa negociação. Recebemos a proposta já no final do período permitido para negociação. O governo deixou os profissionais em uma situação difícil, pois não há mais prazo para estender as discussões. Precisamos concluir para que chegue à Assembleia um consenso entre os sindicatos e todos os trabalhadores, garantindo a aprovação aqui”, finalizou.

