O desaparecimento do jovem Roger Matos dos Santos, de 18 anos, no Rio Acre completa um ano neste domingo (15). O caso mobilizou equipes de resgate, ganhou grande repercussão no estado e segue sem desfecho.
Roger desapareceu no dia 15 de março de 2025, quando estava no rio com amigos. Na ocasião, o Rio Acre enfrentava elevação significativa do nível das águas por causa das enchentes, situação que dificultou as operações de busca realizadas pelo Corpo de Bombeiros Militar do Acre.
Logo após o desaparecimento, mergulhadores e equipes especializadas iniciaram uma operação intensiva na região. Os bombeiros realizaram buscas em diferentes trechos do rio e utilizaram técnicas de varredura superficial e submersa na tentativa de localizar o jovem.
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Segundo a corporação, as condições do manancial, com forte correnteza e grande quantidade de balseiros, tornaram a operação mais complexa. Mesmo diante das dificuldades, as equipes ampliaram o período de buscas além do protocolo normalmente adotado em casos semelhantes.
Caso repercutiu no estado
O desaparecimento de Roger ganhou grande repercussão nas redes sociais e em veículos de comunicação do Acre. Durante as buscas realizadas no ano passado, familiares acompanharam o trabalho das equipes de resgate e pediram apoio para intensificar as operações.
Em entrevistas na época, a mãe do jovem relatou a dor provocada pela ausência de respostas e pela incerteza sobre o paradeiro do filho.
Um ano depois
Passados 12 meses do desaparecimento, o caso permanece sem esclarecimento. As buscas realizadas à época não localizaram o jovem, e o episódio segue marcado como um dos casos que mais mobilizaram operações de resgate no Rio Acre durante o período de cheia em 2025.
O Rio Acre costuma registrar forte correnteza durante as enchentes, situação que pode dificultar operações de resgate e aumentar os riscos para quem entra nas águas do manancial.

