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Veja momento em que Eduardo faz gravação em congresso para Jair Bolsonaro

Por Redação ContilNet

Em decisão divulgada na manhã desta segunda-feira (30/03), o magistrado deu 24 horas para que os advogados do ex-presidente expliquem uma gravação feita por seu filho, Eduardo Bolsonaro, durante a Conferência da Ação Política Conservadora (CPAC), realizada nos Estados Unidos.

Após o fim do mandato, Eduardo Bolsonaro é chamado a retornar ao cargo efetivo para voltar a receber salário como servidor público/Foto: Reprodução

O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes, acendeu o sinal amarelo para a situação jurídica de Jair Bolsonaro (PL).

Em decisão divulgada na manhã desta segunda-feira (30/03), o magistrado deu 24 horas para que os advogados do ex-presidente expliquem uma gravação feita por seu filho, Eduardo Bolsonaro, durante a Conferência da Ação Política Conservadora (CPAC), realizada nos Estados Unidos.

O episódio ocorreu no último sábado (28/03). Nas imagens que circulam no X (antigo Twitter), Eduardo aparece no palco com um celular em mãos, afirmando explicitamente que o registro seria enviado ao pai, que cumpre prisão domiciliar em Brasília.

A Prova do Vídeo

Momentos antes do discurso do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), Eduardo dirigiu-se ao público:

“Vocês sabem por que eu estou fazendo esse vídeo? Porque eu estou mostrando para o meu pai e eu vou provar para todo mundo no Brasil que você não pode calar um movimento de forma injusta, tirando o seu líder, Jair Messias Bolsonaro”, declarou o deputado cassado.

Com informações do Metrópoles.

Em determinado momento, Eduardo vira-se de costas para a plateia, sendo possível visualizar a tela de seu celular com a câmera ativa, registrando a multidão presente no evento internacional.

Violação de Medidas Cautelares?

A preocupação de Moraes reside nas regras estritas da prisão domiciliar imposta ao ex-presidente. Ao determinar a medida, o ministro proibiu expressamente:

A defesa agora precisa esclarecer se houve, de fato, o envio e o recebimento desse material por parte de Jair Bolsonaro, o que configuraria um descumprimento direto das ordens judiciais.

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