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Vídeo de dentro da cabine de caminhão mostra queda durante desabamento da Ponte JK em 2024

Por Redação ContilNet

Novas e impactantes imagens divulgadas nesta semana trazem à tona o horror vivido no dia 22 de dezembro de 2024, quando a Ponte Juscelino Kubitschek, que ligava o Tocantins ao Maranhão pela TO-226, colapsou.

Foto: Divulgação/ Dr Melissa Fachinello

Novas e impactantes imagens divulgadas nesta semana trazem à tona o horror vivido no dia 22 de dezembro de 2024, quando a Ponte Juscelino Kubitschek, que ligava o Tocantins ao Maranhão pela TO-226, colapsou.

O vídeo, registrado pela câmera de monitoramento interna de um caminhão da transportadora Expresso Geração, mostra o exato momento em que a estrutura cede sob o veículo.

A divulgação foi feita pela advogada Melissa Fachinello como um desabafo e um grito por justiça. Ao todo, a tragédia atingiu 18 pessoas, resultando em apenas um sobrevivente. O motorista do caminhão que registrou as imagens infelizmente não resistiu.

O Drama das Indenizações e o Desabafo

A publicação das imagens não tem apenas o intuito de registrar o fato, mas de cobrar o DNIT e as autoridades sobre a falta de amparo às famílias e aos pescadores da região de Estreito (MA) e Aguiarnópolis (TO). “A negligência e o descaso também constroem tragédias”, afirmou a advogada em suas redes sociais.

Segundo Fachinello, até o momento, as indenizações por danos morais, materiais e lucros cessantes para os profissionais que dependiam do rio não foram iniciadas.

Com informações do G1.

A Resposta do DNIT

Em nota enviada ao g1, o DNIT informou que os processos de indenização estão judicializados. A autarquia destacou que:

Relembre o acidente

O colapso ocorreu por volta das 14h50 e lançou ao Rio Tocantins três motos, um carro, duas caminhonetes e quatro caminhões. Dois dos veículos pesados transportavam substâncias perigosas, incluindo 76 toneladas de ácido sulfúrico.

Embora uma nova ponte tenha sido inaugurada em dezembro de 2025, exatamente um ano após a tragédia, a ferida emocional e financeira das vítimas e sobreviventes continua aberta, aguardando uma resolução definitiva do sistema judiciário.

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