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Acre promove 1ª Conferência dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável em Rio Branco

Por Fhagner Soares, ContilNet

Acre promove 1ª Conferência dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável em Rio Branco

Museu dos Povos Acreanos receberá representantes de diversos setores para discutir metas da ONU — Foto: Alice Leão/SEET

O Museu dos Povos Acreanos, em Rio Branco, será o palco da etapa estadual da 1ª Conferência dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) na próxima terça-feira (28). O evento, promovido pela Secretaria de Estado da Casa Civil (SECC), é um marco preparatório para a Conferência Nacional e visa consolidar a participação do Acre na construção de um novo modelo de desenvolvimento global.

Sob o tema “A Agenda 2030 no Brasil: Fortalecer a Democracia e Defender os Direitos Humanos”, o encontro busca alinhar as demandas locais às diretrizes da Organização das Nações Unidas (ONU). O debate gira em torno dos 17 objetivos globais estabelecidos em 2015, somados ao 18º objetivo adotado voluntariamente pelo Brasil, que foca na igualdade étnico-racial.

Construção Coletiva e Eixos Temáticos

A conferência funcionará como um espaço de diálogo multissetorial, abordando eixos que vão desde a governança participativa e inovação tecnológica até o combate às desigualdades e sustentabilidade ambiental. O objetivo é que as propostas elaboradas em solo acreano reflitam fielmente as necessidades e os desafios da Amazônia no cenário nacional.

Além das discussões programáticas, um momento decisivo do evento será a eleição da delegação oficial. Os escolhidos terão a missão de representar o Acre na etapa nacional, levando as vozes de diversos segmentos da sociedade para o fórum em Brasília.

Como Participar

As inscrições já estão abertas e devem ser realizadas via formulário eletrônico. O governo reforça que o evento é aberto a uma ampla gama de atores sociais: representantes do poder público, academia, setor privado, movimentos juvenis, lideranças territoriais e, especialmente, povos e comunidades tradicionais.

A participação ativa da comunidade é considerada essencial para garantir que o financiamento e a execução da Agenda 2030 cheguem de forma efetiva à ponta, promovendo a inclusão social e o fortalecimento das instituições democráticas no estado.

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