O Acre recebeu 5.406 novas doses da vacina contra a covid-19 em remessa enviada nesta semana pelo Ministério da Saúde aos estados e ao Distrito Federal. Ao todo, foram distribuídas 2,2 milhões de doses em todo o país, com o objetivo de manter os estoques abastecidos e garantir a continuidade da vacinação nas redes públicas de saúde.
Segundo a pasta, com a nova entrega, o total de imunizantes enviados aos estados nos primeiros meses de 2026 chega a 6,3 milhões de doses.
De janeiro a março deste ano, o Acre já havia sido contemplado com 21.212 doses, o que eleva o total destinado ao estado em 2026 para 26.618 vacinas.
O Ministério da Saúde informou que os imunizantes ofertados pelo Sistema Único de Saúde (SUS) são atualizados para proteção contra as cepas em circulação e seguem recomendados, prioritariamente, para os grupos mais vulneráveis.
“As vacinas continuam sendo a principal forma de prevenir casos graves, hospitalizações e mortes pela doença. O Brasil tem doses suficientes e segue garantindo o acesso da população à imunização”, afirmou o diretor do Programa Nacional de Imunizações, Eder Gatti.
Quem deve se vacinar
A estratégia nacional prioriza os seguintes grupos:
- Idosos com 60 anos ou mais: duas doses por ano, com intervalo de seis meses;
- Gestantes: uma dose a cada gestação;
- Crianças de 6 meses a menores de 5 anos: esquema básico de duas ou três doses;
- Pessoas imunocomprometidas: esquema especial com reforços periódicos;
- Pessoas de 5 a 59 anos não vacinadas: uma dose.
Também fazem parte do público prioritário trabalhadores da saúde, pessoas com comorbidades, pessoas com deficiência permanente, indígenas, quilombolas, ribeirinhos, população privada de liberdade, pessoas em situação de rua e trabalhadores dos Correios.
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As doses são enviadas pelo Ministério da Saúde às secretarias estaduais, responsáveis por repassar os imunizantes aos municípios e organizar a logística local, incluindo armazenamento, controle de validade e aplicação.
A recomendação é que a população procure a unidade de saúde mais próxima para verificar a situação vacinal e atualizar a proteção.
Até 11 de abril de 2026, o Brasil registrou 62.586 casos de síndrome gripal por covid-19. Também foram notificados 30.871 casos de síndrome respiratória aguda grave (SRAG), sendo 1.456 associados à covid-19, com 188 mortes.
Diante do cenário, o Ministério reforça que a vacinação continua sendo a principal forma de prevenção contra complicações e óbitos provocados pela doença.
