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Ancelotti revela por que Endrick não foi o batedor de pênalti oficial

Por Redação ContilNet

O clima no Camping World Stadium, nos EUA, era de euforia quando o jovem Endrick sofreu falta na área aos 40 minutos do segundo tempo. Com o placar em 1 x 1, a joia brasileira pegou a bola disposto a assumir a responsabilidade, mas uma ordem vinda do banco de reservas mudou o batedor: Igor Thiago assumiu a cobrança e colocou o Brasil na frente.

Rafael Ribeiro / CBF

O clima no Camping World Stadium, nos EUA, era de euforia quando o jovem Endrick sofreu falta na área aos 40 minutos do segundo tempo. Com o placar em 1 x 1, a joia brasileira pegou a bola disposto a assumir a responsabilidade, mas uma ordem vinda do banco de reservas mudou o batedor: Igor Thiago assumiu a cobrança e colocou o Brasil na frente.

A Explicação do “Mister”

Com informações do Metrópoles.

Em coletiva após o apito final, Carlo Ancelotti foi direto ao ponto sobre a escolha pelo atacante do Brentford em vez do camisa 9:

“No jogo, quem tinha que bater o pênalti era o Matheus Cunha. Como ele já havia sido substituído, a ordem passava para o próximo da lista. Treinamos pênaltis na segunda-feira (30/03) e o Igor Thiago foi muito bem. Ele é um excelente cobrador”, justificou o treinador italiano.

Maturidade de Endrick

Apesar do desejo visível de converter a penalidade que ele mesmo sofreu, Endrick demonstrou maturidade ao aceitar a decisão do comandante. O episódio, que dividiu a torcida entre vaias e aplausos nas arquibancadas, serviu para reforçar a disciplina que Ancelotti pretende levar para o Mundial.

Com a vitória por 3 x 1 consolidada, a Seleção encerra seu ciclo de amistosos com saldo positivo e agora aguarda a lista final para a Copa.

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