Com atraso no envio de projeto, servidores fazem vigília na Aleac e prometem não sair até chegada

A mobilização ocorre após o adiamento do envio do projeto, que inicialmente poderia ter sido votado na terça-feira (31)

Com atraso no envio de projeto, servidores fazem vigília na Aleac e prometem não sair até chegada
Gerliano Nunes, afirmou que a mobilização será mantida por tempo indeterminado./ Foto: ContilNet

A demora no envio do projeto de lei que trata de benefícios aos servidores públicos estaduais levou categorias a intensificarem a mobilização nesta quarta-feira (1), na Assembleia Legislativa do Acre (Aleac). Sem a proposta protocolada até o momento, os trabalhadores decidiram iniciar uma vigília dentro do plenário e afirmam que não deixarão o local até a chegada do texto.

O presidente do Sindicato dos Técnicos em Gestão Pública e dos Gestores de Políticas Públicas do Estado do Acre, Gerliano Nunes, afirmou que a mobilização será mantida por tempo indeterminado.

Com atraso no envio de projeto, servidores fazem vigília na Aleac e prometem não sair até chegada

O sindicalista também mobilizou mais servidores a aderir ao movimento ao longo do dia/ Foto: ContilNet

“Não temos ainda nenhum projeto de lei aqui na Casa, não chegou nada ainda, tá? A gente está aguardando, a gente tem que ser resilientes. Não vamos sair daqui do plenário, vamos realmente manter a vigília aqui hoje, durante todo o dia, até chegar.

O sindicalista também mobilizou mais servidores a aderir ao movimento ao longo do dia.

“E vamos chamar mais gente para vir para cá, para fazer volume. Vai precisar, vamos precisar de mais companheiros”, declarou.

A mobilização ocorre após o adiamento do envio do projeto, que inicialmente poderia ter sido votado na terça-feira (31). Representantes de cerca de 20 sindicatos seguem em diálogo com o governo estadual, buscando um consenso em torno das principais reivindicações dos servidores.

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Entre as medidas propostas pelo governo estão o aumento do auxílio-alimentação de R$ 420 para R$ 700, a criação de um auxílio-saúde de R$ 500 para aposentados e pensionistas, além da concessão de auxílio-alimentação de R$ 700 para militares. Já os sindicatos defendem uma revisão mais ampla, incluindo a Revisão Geral Anual (RGA) de 20,39% e a elevação do auxílio-alimentação para R$ 900.

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