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Deolane Bezerra está sendo processada pelo delegado que a prendeu

Por Redação ContilNet

Deolane

Deolane Bezerra se apresenta no IML do Recife após ser presa — Foto: Bruno Fontes/TV Globo

A batalha judicial envolvendo a advogada e influenciadora Deolane Bezerra ganhou um novo e polêmico capítulo. O delegado Paulo Godim, da Polícia Civil de Pernambuco — autoridade responsável pela investigação que culminou na prisão da famosa por suposta lavagem de dinheiro e jogos de azar —, decidiu acionar a Justiça contra ela.

O policial pede uma indenização de R$ 81 mil por danos morais, alegando que sua honra e imagem profissional foram atacadas por declarações públicas feitas pela ex-participante de reality show logo após ela ganhar liberdade.

De acordo com o jornal O Globo, a ação é uma resposta direta às falas de Deolane, que classificou a atuação do delegado como “criminosa” e o acusou formalmente de abuso de autoridade e de prestar informações falsas ao Judiciário durante o inquérito.

As acusações e o embate jurídico

O imbróglio entre Deolane Bezerra e o delegado Paulo Godim reflete a tensão entre a defesa da influenciadora e o aparato investigativo pernambucano:

Resumo do processo: Deolane Bezerra x Paulo Godim (Abril 2026)

Confira os pontos principais desta nova queda de braço nos tribunais:

Personagem Papel no Caso Detalhe da Ação
Deolane Bezerra Ré no processo cível Acusada de danos morais contra o delegado.
Paulo Godim Autor do processo Delegado da PC-PE que efetuou a prisão.
Valor do Pedido R$ 81.000,00 Indenização por danos à imagem profissional.
Motivação Declarações pós-prisão Acusações de “abuso de autoridade” e “mentira”.
Investigação Original Operação Integration Lavagem de dinheiro e jogos de azar.

O caso de Deolane Bezerra continua atraindo os holofotes pela mistura de entretenimento e direito penal. Segundo o levantamento de O Globo, a defesa da influenciadora ainda não se manifestou formalmente sobre a nova ação de indenização, mas mantém a postura de que a investigação original foi eivada de vícios.

Enquanto o inquérito principal sobre a organização criminosa segue tramitando, o embate pessoal entre a investigada e o investigador adiciona uma camada de complexidade jurídica que deve se arrastar pelos tribunais pernambucanos ao longo de 2026.

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