O cenário político no interior do Acre ganhou novos contornos nesta semana com a agenda do pré-candidato ao governo do estado, Tião Bocalom. Durante recepção feita por vereadores na Câmara Municipal de Cruzeiro do Sul, o político explicou as razões que o levaram a renunciar ao segundo mandato como prefeito de Rio Branco para assumir a disputa pelo Palácio Rio Branco.
Com um discurso focado na ética e no serviço público, Bocalom afirmou que sua trajetória não é movida por interesses financeiros. “Encaro a vida pública como um compromisso de sacerdote, uma missão voltada exclusivamente para ajudar a nossa população”, declarou.

Pré-candidato explica motivos que o levaram a renunciar à prefeitura da capital/ Foto: Ascom
Balanço da Gestão na Capital
Para sustentar sua pré-candidatura, Bocalom utilizou sua experiência à frente da Prefeitura de Rio Branco como principal vitrine. Ele classificou sua passagem pela capital como um período de avanços significativos, citando a execução de obras estruturantes, a valorização do funcionalismo público e a modernização do atendimento na saúde.

Discurso em Cruzeiro do Sul focou em gestão eficiente e incentivo à produção rural/ Foto: Ascom
O pré-candidato também destacou o uso de tecnologia na educação e os programas de incentivo ao setor produtivo rural, uma de suas bandeiras históricas. Segundo ele, a eficiência na capital foi fruto de uma gestão austera. “Se foi possível fazer muito com pouco, será possível fazer grandes coisas com um orçamento maior em nível estadual”, pontuou.
Foco no Juruá
A escolha de Cruzeiro do Sul para a agenda não foi por acaso. Bocalom enfatizou que o município é um pilar estratégico para o desenvolvimento econômico e produtivo do Acre. Ele defendeu que o fortalecimento do Juruá é fundamental para uma economia estadual mais robusta e independente.

“Missão de vida”: Bocalom define sua atuação política durante agenda no Juruá/ Foto: Ascom
A movimentação de Bocalom no interior sinaliza o início de uma intensa articulação política para consolidar alianças em regiões fora do eixo da capital, visando a disputa eleitoral que se aproxima.

