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Gabriela Prioli é acusada de plágio por escritora; entenda

Por Redação ContilNet

Gabriela Prioli é acusada de plágio por escritora; entenda

A 2ª Vara Empresarial e de Conflitos de São Paulo tornou-se o palco de um embate entre duas referências em comunicação no Brasil. A escritora Maytê Carvalho moveu uma ação contra a advogada e apresentadora Gabriela Prioli, sob a alegação de uso indevido de trechos e estruturas de sua obra “Persuasão – Como utilizar a retórica e a comunicação persuasiva na sua vida pessoal e profissional”.

O processo investiga se o treinamento digital lançado por Prioli em 2025 aproveitou-se de métodos de ensino e cronogramas compartilhados durante um período de parceria profissional entre as duas.

De acordo com o portal O Antagonista, a autora do processo solicita que o Judiciário verifique se houve ganho financeiro a partir da suposta reprodução de seus livros, destacando que expressões e figuras de linguagem teriam sido copiadas com variações mínimas.

Histórico de colaboração e ruptura

A relação entre as partes começou em 2020, em um clima de amizade e cooperação mútua, mas deteriorou-se após tratativas comerciais:

Detalhes do processo: caso Gabriela Prioli (Abril 2026)

Confira os pontos centrais da disputa judicial que agita o mercado de infoprodutos:

Elemento da Ação Informação Oficial
Gabriela Prioli (Advogada e Apresentadora)
Autora Maytê Carvalho (Escritora e Estrategista)
Obra Citada Livro “Persuasão” e materiais didáticos
Conteúdo Suspeito Treinamento digital lançado em 2025
Local da Ação 2ª Vara Empresarial e de Conflitos de SP
Posicionamento Ré Conteúdo autoral com todas as fontes indicadas

A assessoria de Gabriela Prioli manifestou-se afirmando que o treinamento é estritamente autoral e que todas as fontes foram devidamente indicadas.

Segundo o levantamento do portal O Antagonista, a equipe da apresentadora declarou ter tomado conhecimento do tema exclusivamente pela imprensa e que não dispunha, até o momento, de informações oficiais sobre o processo.

Enquanto o Judiciário analisa as evidências, o caso levanta um debate necessário sobre os limites da inspiração e a proteção da propriedade intelectual na era dos cursos on-line, onde conceitos de retórica e persuasão tornaram-se commodities valiosas para grandes influenciadores.

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