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Marlúcia lança livro sobre casas seringueiras na Bienal de Arquitetura

Por Redação ContilNet

Os arquitetos Marlúcia Cândida e Marcelo Rosenbaum - Tatiana Angotti/Divulgação

A arquitetura tradicional das comunidades extrativistas do Acre ganha destaque nacional nesta semana. A arquiteta e urbanista Marlúcia Cândida lança, na próxima terça-feira (21), o livro “A Colocação e a Casa do Seringueiro: Exemplo de Arquitetura Vernácula da Amazônia”, durante a Bienal de Arquitetura Brasileira, no Parque Ibirapuera.

Além do lançamento, a programação inclui um encontro com o arquiteto Marcelo Rosenbaum e lideranças seringueiras, como Emília Campos e Ronaira Barros, que vão discutir arquitetura, território e resistência. A conversa está marcada para as 18h, seguida por sessão de autógrafos às 19h.

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O evento é destaque em matéria da Folha de São Paulo, que enfatiza que a obra é fruto de pesquisa de mestrado desenvolvida na Universidade de Brasília (UnB). O trabalho mergulha no modo como famílias seringueiras constroem suas casas em meio à floresta, adaptando técnicas e materiais às condições ambientais da Amazônia. O estudo valoriza saberes tradicionais e evidencia soluções sustentáveis presentes no cotidiano dessas comunidades.

O livro também dialoga com o Pavilhão Casa Empate, uma das atrações da Bienal, que recria uma moradia típica seringueira e ressalta o papel das mulheres nos territórios extrativistas. O espaço faz referência aos “empates”, movimentos históricos de resistência ao desmatamento na região amazônica.

Natural do Acre, Marlúcia Cândida é arquiteta especializada em arquitetura vernacular e tem atuação voltada à valorização das identidades locais.

Com informações da Folha de São Paulo

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