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Melissa Felippe: corpo de jovem que desapareceu após sair de cursinho é encontrado

Por Redação ContilNet

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Melissa Felippe estava desaparecida desde 28 de março — Foto: Reprodução/Redes Sociais

A cidade de Jundiaí, no interior de São Paulo, recebeu com profunda tristeza a confirmação do desfecho do caso que mobilizava a região há mais de dez dias. O corpo da estudante Melissa Felippe Martins Santos, de 17 anos, foi localizado na tarde desta quarta-feira em uma área de mata no bairro Eloy Chaves.

Melissa estava desaparecida desde o dia 28 de março, quando foi vista pela última vez ao deixar o curso pré-vestibular que frequentava. O corpo foi encontrado em estado de decomposição na Avenida Antônio Pincinato, área que foi imediatamente preservada para o trabalho da perícia técnica.

De acordo com o jornal O Globo, as investigações iniciais apontaram que a adolescente utilizou um carro de aplicativo para deixar o local de estudos antes que seu aparelho celular fosse desligado, dificultando o rastreamento por parte dos familiares e das autoridades.

Rotina de estudos e o dia do desaparecimento

O caso de Melissa Felippe levanta debates sobre a saúde mental de jovens em fase de vestibular e os procedimentos de segurança em transportes por aplicativo:

Resumo da investigação: caso Melissa Felippe (abril 2026)

Confira os dados consolidados sobre o inquérito policial em andamento:

Detalhe do Caso Informação Oficial
Vítima Melissa Felippe Martins Santos (17 anos)
Local do Desaparecimento Jundiaí (SP) – Saída de curso pré-vestibular
Data do Último Contato 28 de março de 2026
Localização do Corpo Bairro Eloy Chaves (Avenida Antônio Pincinato)
Responsável pelo Inquérito DIG de Jundiaí
Status Atual Aguardando laudos do IML e perícia técnica

A Polícia Civil trabalha agora para reconstruir os últimos passos de Melissa Felippe e identificar o trajeto exato feito pelo motorista de aplicativo solicitado pela jovem. Segundo o levantamento de O Globo, o inquérito busca esclarecer se o celular foi desligado por falta de bateria ou por ação de terceiros.

A tragédia chocou a comunidade escolar de Jundiaí, que acompanhava as buscas com esperança de um final diferente. O caso permanece sob sigilo de investigação para que todas as hipóteses, desde fatalidade até possível crime, sejam rigorosamente apuradas pelas autoridades paulistas neste primeiro semestre de 2026.

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