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Ministério Público investiga SBT e Celso Portiolli por caso com rã

Por Redação ContilNet

Ministério Público investiga SBT e Celso Portiolli por caso com rã

Celso Portiolli (Foto: Reprodução/SBT)

O Ministério Público de São Paulo instaurou oficialmente uma investigação para apurar a conduta do apresentador Celso Portiolli e da emissora SBT durante a exibição do programa “Domingo Legal”.

O inquérito busca verificar se houve maus-tratos a um animal durante o quadro “Cardápio Surpresa”, exibido no dia 22 de março. A ação judicial é fruto de uma queixa-crime apresentada pelas ONGs Canto da Terra e Instituto Thaís Vidotto, que classificaram como “inadequada e cruel” a forma como uma rã foi exposta e manipulada no palco para gerar entretenimento.

De acordo com o portal Brasil 247, o episódio ganhou contornos críticos após imagens do apresentador perseguindo o animal pelo estúdio e relatos sobre o preparo de receitas com anfíbios triturados circularem amplamente nas redes sociais, gerando uma onda de repúdio por parte de defensores dos direitos dos animais.

O episódio no Domingo Legal e a reação das ONGs

A dinâmica do programa com Celso Portiolli é questionada pela falta de protocolos de bem-estar animal em um ambiente de alta exposição:

Resumo da investigação: caso Celso Portiolli (abril 2026)

Confira os dados centrais do processo que tramita no Ministério Público de SP:

Detalhe da Investigação Informação Oficial
Investigados Celso Portiolli e SBT
Órgão Responsável Ministério Público de São Paulo
Motivação Suspeita de maus-tratos a animal (rã/anfíbio)
Origem da Denúncia ONGs Canto da Terra e Instituto Thaís Vidotto
Data do Episódio 22 de março de 2026
Status Atual Instaurado / Fase de diligências e notificações

Até o momento, o SBT informou que não se manifestará sobre o caso, e a assessoria de Celso Portiolli não respondeu aos questionamentos oficiais.

Segundo o levantamento do Brasil 247, a investigação focará em entender se o animal sofreu estresse físico ou lesões durante a gravação e se a “trituração” mencionada seguiu normas sanitárias e humanitárias.

O caso reacende o debate sobre os limites do humor e do entretenimento na televisão aberta, especialmente quando envolvem seres vivos em situações de vulnerabilidade para a obtenção de audiência.

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