O Ministro dos Transportes, Renan Filho, utilizou uma agenda oficial no Ministério dos Transportes, em Brasília, nesta quarta-feira (1), para disparar críticas diretas à condução da infraestrutura no Acre durante o governo de Jair Bolsonaro.
Ao lado do presidente da ApexBrasil, Jorge Viana, o ministro detalhou o novo cronograma de investimentos para a BR-364, enfatizando que a atual gestão priorizou o estado com recursos que superam amplamente os valores aplicados anteriormente.
Durante o anúncio, que detalha um pacote robusto de investimentos para a rodovia, Renan Filho comparou os orçamentos e apontou o que chamou de “decisão política de baixo investimento” do governo passado.
LEIA MAIS: Ministro dos Transportes e Jorge Viana anunciam mais de R$ 800 milhões para a BR-364
Segundo o ministro, enquanto o último ano da gestão anterior destinou apenas R$ 82 milhões ao Acre, o governo Lula assegurou R$ 600 milhões para este exercício, representando um aumento de quase oito vezes na capacidade de execução de obras no estado.
Também será realizada a reconstrução de 104,2 quilômetros da BR-364, no trecho entre Sena Madureira e depois da entrada de Manoel Urbano. — Foto: ContilNet
A agenda, capitaneada por Jorge Viana, serviu para oficializar intervenções estratégicas, como a reconstrução do trecho a partir de Sena Madureira e a garantia de R$ 120 milhões para o acesso a Rodrigues Alves. O ministro destacou que a população acriana foi “obrigada a conviver com estrada ruim” devido à falta de projetos e de orçamento em anos recentes.
Ao reforçar o contraste entre as gestões, Renan Filho foi enfático sobre a retomada das obras:
“O último ano do governo passado foi destinado ao Acre apenas R$ 82 milhões. Este ano, R$ 600 milhões. Ou seja, são seis, sete, talvez oito vezes mais recursos em um único ano. […] O governo do presidente Lula está aplicando no Acre muito mais recursos para fazer a qualidade da rodovia, especialmente da BR-364, avançar. O governo tomou a decisão de reconstruir, agora dentro de uma engenharia superior, inclusive”, concluiu.

