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Professor preso por abuso filmou alunas e sugeria “brincadeiras”

Por Redação ContilNet

Relatos indicam que professor preso por estupro de vulnerável filmou alunas de 8 anos e sugeriu 'brincadeiras' para cometer abusos — Foto: Reprodução

O professor preso em flagrante sob suspeita de estupro de vulnerável após denúncias envolvendo alunas de 8 anos em uma escola particular na Zona Norte do Rio de Janeiro utilizava atividades apresentadas como lúdicas para se aproximar das alunas.

Segundo informações do jornal Extra, entre os relatos, estão pedidos para que as crianças realizassem posições corporais, como alongamentos e exercícios semelhantes aos de ioga, momento em que teriam ocorrido toques inadequados. Há ainda a suspeita de que o professor tenha utilizado o celular para registrar imagens das alunas durante essas atividades.

Os depoimentos apontam um padrão de comportamento. Segundo familiares, o professor separava meninos e meninas e conduzia dinâmicas que deixavam as crianças em situação de vulnerabilidade. Algumas vítimas relataram episódios de contato físico indevido dentro da sala de aula.

O caso começou a ser investigado após uma das alunas contar à família sobre o ocorrido. A partir disso, outras responsáveis identificaram semelhanças nos relatos e procuraram a polícia. A ocorrência foi registrada na 39ª Delegacia de Polícia.

Após diligências, agentes da Polícia Civil do Estado do Rio de Janeiro localizaram o suspeito em sua residência, na Zona Oeste da capital, onde ele foi preso.

As investigações devem avançar nos próximos dias com a coleta de novos depoimentos e análise de possíveis provas, incluindo imagens de câmeras de segurança e materiais apreendidos com o suspeito. A polícia também trabalha para identificar se há outras vítimas além das já ouvidas.

O homem permanece à disposição da Justiça e pode responder por estupro de vulnerável, crime previsto no Código Penal com penas que podem chegar a até 15 anos de prisão, podendo ser agravadas conforme o número de vítimas e as circunstâncias dos fatos.

Com informações do Extra

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