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Quem é “Dada”, traficante que causou tiroteio e isolou turistas

Por Redação ContilNet

Arte/Metrópoles

O Morro do Vidigal acordou sob fogo cruzado nesta segunda-feira (20/04). O objetivo das forças de segurança era prender Ednaldo Pereira de Souza, o “Dada”, uma das lideranças mais perigosas do Primeiro Comando de Eunápolis (PCE). A ação, que contou com apoio aéreo, revelou como o Rio de Janeiro tem servido de refúgio para criminosos de outros estados.

O Perfil do Fugitivo

Dada não é um criminoso comum. Sua trajetória envolve fugas audaciosas e conexões entre facções:

Com informações do Metrópoles.

Turistas no Fogo Cruzado

A operação gerou momentos de terror para quem visitava um dos pontos turísticos mais famosos do Rio:

  1. Ilhados no Morro: Turistas que faziam a trilha do Morro Dois Irmãos ficaram presos no topo da montanha, sem rota de fuga segura devido à intensa troca de tiros.

  2. A Fuga por uma Brecha: Apesar do cerco tático, Dada conseguiu escapar. Ele utilizou uma passagem extremamente estreita na geografia da comunidade, o que impediu o avanço imediato dos policiais por terra.

  3. Conexão Política: As investigações apontam que a fuga de Dada da Bahia pode ter tido o apoio de influência política de um ex-deputado, tornando o caso uma questão de segurança nacional.

Contexto Nacional

A tentativa de captura de Dada faz parte de uma força-tarefa maior para recapturar detentos que fugiram em massa de presídios baianos no final do ano passado. A inteligência da polícia da Bahia monitorou o deslocamento do traficante e repassou as coordenadas exatas para os agentes no Rio.

Até o momento, o policiamento segue reforçado no Vidigal e nos acessos ao Morro Dois Irmãos, enquanto as buscas pelo paradeiro de Dada continuam.

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