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STJ manda soltar MC Ryan SP e outros alvos de operação

Por Redação ContilNet

Foto: Reprodução/Redes sociais

A reviravolta jurídica ocorreu nesta quinta-feira (23/04). O ministro Messod Azulay Neto, relator no STJ, considerou ilegal a manutenção da prisão temporária por 30 dias. O argumento central foi técnico: a própria Polícia Federal havia solicitado apenas 5 dias de prisão inicialmente. Como esse prazo já expirou, a continuidade do cárcere foi classificada como um abuso.

Quem sai da prisão hoje?

Pelo princípio da isonomia (situações semelhantes), o habeas corpus beneficia:

O “Mapa do Crime” no iCloud

A investigação revelou que a queda do grupo começou por um erro clássico de segurança digital do contador Rodrigo de Paula Morgado. Ao confiar cegamente na criptografia da nuvem, ele armazenou o que a PF chamou de “mapa da organização”.

Com informações do G1.

O que foi rastreado via nuvem:

  1. Contratos e Planilhas: Provas de lavagem de dinheiro via empresas de fachada.

  2. Triangulação: Como o dinheiro do tráfico e de apostas ilegais era “limpo” através da produção musical.

  3. Smurfing: Centenas de transferências fracionadas para evitar o radar do COAF.

Números e Apreensões de Impacto

Apesar da soltura, o processo continua e o patrimônio dos investigados permanece bloqueado.

O Que Dizem as Defesas

O advogado Felipe Cassimiro, que representa Ryan, comemorou a decisão como uma vitória histórica contra “medidas extremas desnecessárias”. Já a defesa de Raphael Sousa (Choquei) afirma que sua relação com o cantor era estritamente profissional e publicitária, sem conhecimento de atividades ilícitas.

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