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Suspeita de mandar matar os pais é apelidada de “Suzane do Pantanal”

Por Redação ContilNet

Suspeita de mandar matar os pais é apelidada de “Suzane do Pantanal”

A pacata comunidade de Anastácio, no Mato Grosso do Sul, vive dias de perplexidade e horror. Maria de Fátima Luzni Fernandes, de 26 anos, foi presa sob a acusação de arquitetar o assassinato brutal dos próprios pais dentro da residência da família.

Devido às semelhanças com o crime cometido por Suzane von Richthofen em 2002, Maria de Fátima passou a ser chamada pela vizinhança e nas redes sociais de “Suzane do Pantanal”.

O crime, que vitimou Maria Clair Luzini (46) e Vilson Fernandes Cabral (50), desencadeou uma sequência de mortes e perseguições policiais que ainda mobilizam as forças de segurança.

De acordo com o portal Metrópoles, os corpos do casal foram encontrados apenas no dia 28 de março, dois dias após a execução, dando início a uma investigação que revelou uma complexa rede de mandantes e pistoleiros contratados.

A Cadeia de Crimes e Executores

A investigação da Polícia Civil aponta que o plano da “Suzane do Pantanal” não parou no parricídio, gerando uma “queima de arquivo” imediata entre os envolvidos.

Cronologia do Caso: Suzane do Pantanal (2026)

Confira os marcos temporais que definem este crime que chocou o Centro-Oeste:

Data do Evento Acontecimento Principal
26 de Março Assassinato de Maria Clair e Vilson Fernandes na residência.
27 de Março Executor David Vareiro é morto após cobrar o pagamento do crime.
28 de Março Corpos dos pais de Maria de Fátima são localizados pela polícia.
31 de Março O segundo executor, Wellington, morre em confronto com a PM.
07 de Abril Maria de Fátima segue presa e a polícia busca o companheiro foragido.

A motivação por trás do plano da “Suzane do Pantanal” ainda é mantida sob sigilo pela Polícia Civil, mas investigadores trabalham com hipóteses ligadas a herança e conflitos familiares intensos. Segundo o levantamento do Metrópoles, a frieza de Maria de Fátima durante os depoimentos impressionou as autoridades, reforçando a comparação popular com o caso Richthofen.

Com um mandante ainda foragido e a principal suspeita detida, a polícia foca agora em fechar o inquérito e entender a dinâmica financeira que sustentou a contratação dos pistoleiros para este crime que marcou o interior do Mato Grosso do Sul neste primeiro semestre de 2026.

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