A defesa de Ruan Amorim, padrasto do adolescente de 13 anos que atacou o Instituto São José, afirmou em nota que o menor teve acesso indevido à arma de fogo “sem autorização ou conhecimento prévio” do responsável. O posicionamento foi divulgado após a repercussão do caso no estado.
No documento, o advogado destaca que Ruan Amorim não teve “qualquer participação, incentivo ou anuência” nos atos praticados pelo enteado. A defesa também afirma que o próprio padrasto repudia o ocorrido.
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Ainda segundo a nota, o adolescente utilizou uma arma que pertencia a Ruan, mas o acesso teria ocorrido de forma irregular, situação que segue sendo apurada pelas autoridades competentes.
A defesa informa que Ruan se apresentou voluntariamente assim que tomou conhecimento dos fatos e passou a colaborar com as investigações. O texto afirma que ele tem prestado todos os esclarecimentos necessários, “de forma transparente”, e demonstra respeito às instituições e ao andamento da apuração.
O documento também menciona que a Comissão de Defesa, Assistência e Prerrogativas da Advocacia da OAB no Acre acompanha o caso, reforçando a necessidade de соблюância ao devido processo legal e às garantias constitucionais durante as investigações.
Ao final, a defesa afirma que Ruan Amorim permanece à disposição da Justiça e seguirá colaborando com o esclarecimento dos fatos.


