Um homem condenado por homicĂdio qualificado contra a prĂłpria esposa foi preso pela equipe do Departamento de PolĂcia da Capital e Interior (DPCI) da PolĂcia Civil do Acre (PCAC) no municĂpio de Plácido de Castro, apĂłs permanecer foragido da Justiça do Pará por quase duas dĂ©cadas. A captura ocorreu apĂłs trabalho integrado entre forças de segurança dos dois estados.
De acordo com as investigações, o procurado, identificado pelas iniciais A.R.C., de 55 anos, havia fugido do sistema de Justiça paraense e passou a viver de forma discreta na região acreana ao longo dos últimos anos. Após diligências investigativas e levantamento de informações, policiais conseguiram identificar o paradeiro do condenado, culminando na prisão do suspeito.
O crime que levou Ă condenação chocou a população na Ă©poca. Segundo as autoridades, A.R.C. assassinou a prĂłpria esposa e ocultou o corpo da vĂtima ao enterrá-lo na residĂŞncia onde o casal morava com um filho menor de idade.

Ainda conforme as investigações, o imĂłvel foi posteriormente vendido, e o corpo acabou sendo encontrado pelo novo proprietário da casa. A descoberta deu inĂcio Ă apuração do caso e contribuiu para a elucidação do homicĂdio. AtĂ© entĂŁo, o acusado sustentava a versĂŁo de que a esposa teria deixado o lar por vontade prĂłpria.
Após a conclusão das investigações e a condenação judicial, o homem passou a ser considerado foragido da Justiça, permanecendo nessa condição por quase 20 anos, até ser localizado no Acre.
As autoridades destacaram que a prisão representa um importante desfecho para o caso e reforça o compromisso das forças de segurança com o cumprimento da lei e a responsabilização de autores de crimes graves, independentemente do tempo decorrido.
A ação foi resultado da integração e troca de informações entre investigadores do Pará e do Acre, que atuaram de forma coordenada atĂ© a localização e prisĂŁo do condenado. Segundo os ĂłrgĂŁos envolvidos, o trabalho conjunto demonstra a importância da cooperação entre as forças de segurança pĂşblica no combate Ă criminalidade e na busca por justiça para vĂtimas e familiares.
Assessoria PCAC


