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Fim gradual de incentivos fiscais liga alerta em empresas instaladas no Acre

Por Redação ContilNet

Fim gradual de incentivos fiscais liga alerta em empresas instaladas no Acre

Preocupação cresce especialmente em regiões mais afastadas dos grandes centros econômicos do país, como o Acre. — Foto: Reprodução

A extinção gradual dos incentivos fiscais prevista na reforma tributária já começa a provocar preocupação entre empresas instaladas em estados da Região Norte, incluindo o Acre, onde benefícios tributários historicamente foram usados como estratégia para atrair investimentos e compensar desafios logísticos.

Segundo o site Valor Econômico, com a transição do atual modelo tributário para o novo sistema nacional de impostos sobre consumo, companhias de diferentes setores passaram a refazer cálculos sobre operação, distribuição e competitividade. Em alguns casos, a discussão já envolve até a permanência física em determinados estados.

A preocupação cresce especialmente em regiões mais afastadas dos grandes centros econômicos do país, como o Acre, onde custos com transporte, distância de fornecedores e dificuldades logísticas sempre foram parcialmente equilibrados por incentivos fiscais estaduais.

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Ainda de acordo com a reportagem, empresas brasileiras já avaliam mudanças de estratégia diante da redução progressiva dos benefícios, prevista para ocorrer nos próximos anos com a implementação completa da reforma tributária.

No Acre, economistas e representantes do setor produtivo avaliam que o fim desse modelo pode impactar diretamente a capacidade de atração de novos empreendimentos, sobretudo indústrias e centros de distribuição que utilizavam vantagens fiscais como diferencial competitivo.

Além da preocupação com investimentos futuros, existe receio sobre reflexos no emprego e na arrecadação estadual. Isso porque muitos estados da Região Norte utilizam incentivos para estimular cadeias produtivas locais e reduzir desigualdades econômicas em relação ao Sul e Sudeste.

A reforma tributária prevê a criação de mecanismos de compensação e fundos de desenvolvimento regional, mas empresários ainda demonstram cautela sobre a eficácia dessas medidas no médio e longo prazo.

Com informações do Valor Econômico

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