Após o tiroteio que aconteceu na tarde da última terça-feira (5) no interior da Instituto São José, que deixou duas funcionárias mortas, o governo do Estado explicou, em entrevista coletiva na noite de terça, quais serão os passos do plano de emergência.
O autor dos tiros é aluno da instituição, tem 13 anos, e se entregou à polícia no quartel geral da PM, que fica próximo à escola. Além das duas funcionárias que morreram, Alzenir e Raquel, uma terceira funcionária e uma aluna ficaram feridas.
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O secretário de Justiça e Segurança Pública, José Américo Gaia, explicou que no primeiro momento as aulas de toda a rede pública foram suspensas por três dias.
“Nós estaremos ‘startando’ um plano de policiamento, feito inicialmente pela companhia escolar e também com a participação e a presença da Polícia Civil, e estendendo isso, como eu disse, para todas as escolas de forma itinerante. Não vamos conseguir cobrir todas as escolas ao mesmo tempo, mas estaremos presentes, sim, durante todo o período letivo, com a presença das polícias nas escolas, conversando, fazendo a prevenção, apoiando os diretores, todos os professores, e estaremos mais presentes do que no dia a dia”, explicou.
Gaia disse, ainda, que a Segurança Pública já faz um trabalho tanto na educação, quanto na segurança. “Temos atividades como o Proerd, palestras, tudo isso acontece em todo o momento. Nós queremos intensificar essas atividades, mas com uma presença maior, com policiamento ostensivo às imediações de cada escola”, disse.