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Justiça do Acre adota novas regras para proteger vítimas de abuso infantil

Por Fhagner Soares, ContilNet

Justiça do Acre adota novas regras para proteger vítimas de abuso infantil

Judiciário acreano utiliza salas reservadas para garantir depoimentos sem intimidação/ Foto: Reprodução

A Corregedoria-Geral da Justiça do Acre (Coger) publicou a Recomendação nº 7/2026, estabelecendo diretrizes rigorosas para a proteção de crianças e adolescentes vítimas de violência sexual durante o trâmite processual. A norma, assinada pelo corregedor-geral, desembargador Nonato Maia, busca humanizar o atendimento judiciário e fortalecer os mecanismos de segurança.

Ações de Proteção Imediata

O documento orienta magistrados de 1º grau a adotarem medidas práticas para evitar o contato direto entre vítimas e acusados. A exposição indevida é apontada como um fator gerador de novos traumas, medo e sofrimento emocional intenso. Entre as principais determinações estão:

Maio Laranja e Compromisso Institucional

A publicação da norma ocorre no Maio Laranja, período dedicado à conscientização contra o abuso e exploração sexual infantil no Brasil. O Tribunal de Justiça do Acre (TJAC), via Coordenadoria da Infância e Juventude (Coinj), também aderiu à campanha nacional “Infância Protegida”, reforçando o compromisso com as boas práticas recomendadas pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ). O texto integral da recomendação está disponível na edição n.º 8.007 do Diário da Justiça Eletrônico.

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