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MPAC entra no caso e acompanha investigação de tiroteio em escola

Por Redação ContilNet

MPAC entra no caso e acompanha investigação de tiroteio em escola

Foto: Juan Vicent Diaz/ContilNet

O Ministério Público do Estado do Acre (MPAC) passou a acompanhar as investigações sobre o ataque a tiros ocorrido no Instituto São José, em Rio Branco, que deixou duas pessoas mortas e outras duas feridas na última terça-feira (5).

A atuação foi determinada pelo procurador-geral de Justiça, Oswaldo D’Albuquerque Lima Neto, por meio da Portaria nº 1162/2026, que designou promotores de Justiça para atuar diretamente no caso.

Foram designados membros com atuação na área da Infância e Juventude e na Segurança Pública, que irão acompanhar o andamento das investigações conduzidas pelas forças policiais, além de adotar eventuais medidas dentro de suas atribuições.

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Entre os designados, estão a promotora de Justiça Vanessa Muniz, da área da Infância e Juventude, o promotor Iverson Bueno, também com atuação na defesa da criança e do adolescente, e o promotor Rodrigo Curti, responsável pela área de Segurança Pública e pelo Núcleo de Apoio Técnico (NAT).

O MPAC informou que a atuação ocorrerá no âmbito das respectivas atribuições e poderá ser ampliada conforme o avanço das apurações.

O órgão reforçou ainda o compromisso com a investigação rigorosa dos fatos e com a responsabilização dos envolvidos no caso.

LEIA NOTA NA ÍNTEGRA:

O Ministério Público do Estado do Acre (MPAC) manifesta profundo pesar e consternação diante do trágico ataque ocorrido nesta terça-feira (5), no Instituto São José, em Rio Branco.

Neste momento de dor e tristeza, o MPAC se solidariza com os familiares das vítimas e com toda a sociedade acreana, profundamente abalada pela violência registrada no ambiente escolar, que deve ser um espaço de acolhimento, formação e segurança, jamais de medo ou violência.

Informamos que, desde o primeiro momento em que tomou conhecimento dos fatos, diante da informação de que poderia se tratar de um ataque praticado por integrantes de facção criminosa, o MPAC determinou a imediata atuação do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco), com o comparecimento do promotor de Justiça coordenador do Grupo, Antônio Alceste Callil, para acompanhamento das diligências iniciais.

Na sequência, diante da identificação preliminar do envolvimento de ao menos um adolescente, foram designados, de imediato, os promotores Iverson Bueno, titular da 3ª Promotoria de Justiça Especializada de Defesa da Criança e do Adolescente; Vanessa Muniz, titular da 4ª Promotoria de Justiça Especializada de Defesa da Criança e do Adolescente; e Rodrigo Curti, titular da Promotoria Especializada de Tutela do Direito Difuso à Segurança Pública e coordenador do Núcleo de Apoio Técnico (NAT), órgão auxiliar de suporte logístico e tecnológico às investigações.

 

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