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Operação cumpre 34 mandados de prisão no Acre e outros 3 estados

Por Redação ContilNet

Operação cumpre 34 mandados de prisão no Acre e outros 3 estados

Mandados foram cumpridos em quatro estados/Foto: Reprodução

Uma operação integrada contra o crime organizado mobilizou mais de 300 agentes de segurança pública na manhã desta segunda-feira (11) em Rondônia, Acre, Ceará e Paraná. Batizada de “Audácia IX”, a ação tem como foco o cumprimento de mandados contra integrantes de uma organização criminosa investigada por atuação em território rondoniense.

Coordenada pelo Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado do Ministério Público de Rondônia (Gaeco/MPRO), a ofensiva reúne forças estaduais e federais, incluindo polícias Militar, Civil, Penal e Técnico-Científica, além do Exército Brasileiro e equipes dos Ministérios Públicos do Acre e do Ceará.

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Ao todo, estão sendo cumpridos 45 mandados de busca e apreensão e 34 mandados de prisão. As ações ocorrem em Porto Velho, com foco nos distritos de Nova Califórnia, Extrema, Vista Alegre do Abunã e Abunã, além dos municípios de Candeias do Jamari e São Miguel do Guaporé, em Rondônia. Também há alvos em Rio Branco e Plácido de Castro, no Acre, Pacatuba, no Ceará, e Catanduvas, no Paraná.

Segundo o Ministério Público, as ordens judiciais foram expedidas pela 2ª Vara de Garantias da Comarca de Porto Velho e fazem parte de uma investigação que apura a atuação de uma organização criminosa suspeita de atuar de forma estruturada em Rondônia. Os investigados também podem responder por outros crimes identificados ao longo das apurações.

Além das prisões e buscas, a operação busca localizar foragidos da Justiça e cumprir mandados em aberto registrados no Banco Nacional de Mandados de Prisão (BNMP). As equipes também realizam patrulhamento ostensivo nas áreas da operação, com possibilidade de flagrantes relacionados a tráfico de drogas, receptação e posse ilegal de armas e munições.

De acordo com os investigadores, o nome “Audácia IX” faz referência ao comportamento de alguns dos alvos, que costumavam publicar nas redes sociais imagens ostentando armas de fogo, dinheiro, drogas e símbolos ligados à facção criminosa. Para as forças de segurança, as postagens demonstravam sensação de impunidade e tentativa de intimidação das autoridades, além da intenção de expandir o domínio da organização em determinadas regiões.

Com informações do Ministério Público de Rondônia

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