O ex-prefeito de Rio Branco e pré-candidato ao governo do Acre, Tião Bocalom, falou em entrevista ao Em Cena, podcast do ContilNet, na última quinta-feira (7), sobre quem deve apoiar para o Senado após a condenação do ex-governador Gladson Camelí.
Questionado quem deve ser o pré-candidato que Bocalom vai apoiar na disputa para o Senado, o ex-prefeito destacou que no momento não há nenhum nome, mas que o PSDB pode ter um candidato próprio.
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“Nesse momento não, eu tenho que chamar a equipe pra gente fazer uma discussão grande. De repente a gente pode ter um candidato nosso. Vamos ver como fica a situação”, explicou.
Na quarta-feira (6), a Corte Especial do Superior Tribunal de Justiça (STJ) concluiu o julgamento da Ação Penal 1.076 (APn 1076) e formou maioria para condenar o ex-governador do Acre, Gladson Camelí, a 25 anos e nove meses de prisão em regime fechado.
Em entrevista, além da possibilidade de ter um candidato próprio ao Senado, Bocalom também falou sobre ‘uma carta na manga’ de Gladson.
“De repente se o governador Gladson não puder ser candidato, pode ser que ele também tenha um segundo nome, uma carta na manga com outro nome. Está muito cedo ainda. Faltam cinco meses pra eleição. Eu acho que tem muito tempo. Vamos ter paciência”, disse.
“Essa questão se ajusta lá na reta final, de partidos, quem vai apoiar quem. Isso aí é lá na reta final. Na questão do Senado, volto a insistir, eu acho que ainda tem um tempo pra gente tomar essa decisão. O ex-governador está entrando para rever a decisão. Por enquanto, eu vou me manter quieto, no meu lugar. Meu negócio é ser governador”, concluiu.
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