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Suspeitos de atirar em segurança na UPA são presos

Por Redação ContilNet

Uma ação rápida da Polícia Militar resultou na prisão de dois homens e uma mulher nesta quinta-feira (7/5), envolvidos em uma tentativa de assalto violenta na Unidade de Pronto Atendimento (UPA) do bairro Ipase, em Várzea Grande (MT). Os criminosos chegaram a entrar em luta corporal com um segurança e efetuaram disparos de arma de fogo dentro da unidade de saúde.

Reprodução

Uma ação rápida da Polícia Militar resultou na prisão de dois homens e uma mulher nesta quinta-feira (7/5), envolvidos em uma tentativa de assalto violenta na Unidade de Pronto Atendimento (UPA) do bairro Ipase, em Várzea Grande (MT). Os criminosos chegaram a entrar em luta corporal com um segurança e efetuaram disparos de arma de fogo dentro da unidade de saúde.

O crime, que causou pânico entre pacientes, foi registrado por câmeras de segurança. As imagens foram cruciais para que a polícia identificasse os suspeitos e iniciasse a perseguição.

O rastro do crime: Mochila e Tornozeleira

A captura dos envolvidos foi facilitada por erros básicos cometidos durante a fuga. No local do crime, os criminosos deixaram para trás uma mochila contendo documentos de um dos suspeitos. O homem, que utilizava tornozeleira eletrônica, rompeu o equipamento e o descartou em uma área de mata, mas o sinal de monitoramento já havia indicado sua localização no bairro Parque São João.

Ao chegarem à residência, os policiais encontraram resistência não apenas do suspeito, mas também de uma mulher, que foi detida por desacato e por tentar impedir a prisão.

Com informações do G1.

Confissão e Apreensão

De acordo com a Polícia Militar, ambos os homens confessaram a participação na tentativa de assalto. O principal objetivo do grupo era roubar a arma do vigilante patrimonial, de 47 anos.

O segurança, apesar da luta corporal e da tentativa de disparo contra ele, não foi atingido. Os detidos foram encaminhados à delegacia e responderão por tentativa de latrocínio, desobediência e desacato. O caso segue sob investigação da Polícia Civil para apurar se o grupo planejava outros ataques a postos de segurança na região metropolitana de Cuiabá.

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